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25 CANDIDATOS EXPULSOS POR INDISCIPLINA

Resumo

A Escola Prática da Polícia - Matalana (EPP-Matalana) expulsou 25 candidatos ao curso básico de formação policial por várias infrações graves, incluindo posse de telemóveis proibidos, cannabis sativa e alegado aliciamento de funcionários para introduzir clandestinamente telemóveis. A diretora de Inspecção da Polícia, Madalena André Kundema, afirmou uma política de "tolerância zero" face a comportamentos desviantes, salientando que a disciplina é crucial na formação dos futuros agentes. Kundema advertiu que a conivência com violações às normas internas também será sancionada, instando os formandos a manterem integridade e a denunciarem tentativas de contornar as regras, num processo de purificação contínuo.

Por: Gentil Abel

A Escola Práctica da Polícia - Matalana (EPP-Matalana) expulsou, desde o passado dia 23 de Fevereiro, 25 candidatos ao curso básico de formação policial, na sequência de diversas infracções disciplinares consideradas graves.

Entre as irregularidades apontadas constam o porte de telemóveis. cuja utilização é expressamente proibida durante o período de instrução, posse de cannabis sativa (vulgarmente conhecida por soruma), bem como o alegado aliciamento de funcionários da instituição para facilitar a entrada clandestina de aparelhos telefónicos destinados ao uso indevido por formandos. Tais práticas, segundo a direcção, violam as normas internas que regem o funcionamento daquele estabelecimento de ensino.

O acto de dispensa foi orientado pela Adjunta do Comissário da Polícia, Madalena André Kundema, que exerce as funções de directora de Inspecção no Comando-Geral da PRM. Na ocasião, dirigindo-se aos candidatos em parada, a responsável reafirmou a adopção de uma postura de “tolerância zero” face a comportamentos contrários aos regulamentos instituídos.

“A Polícia da República de Moçambique é uma instituição séria, por isso, não vamos tolerar comportamentos desviantes. O processo de purificação começou na comunidade, vai decorrer durante a formação, e será contínuo até aos lugares onde forem afectos”, declarou Kundema.

No entanto, a dirigente advertiu que não apenas os autores directos das infracções serão responsabilizados. Assim sendo, esclareceu que qualquer acto de conivência ou facilitação de violações às normas internas será igualmente passível de sanção disciplinar.

Desta feita, exortou os formandos a manterem uma postura íntegra e a denunciarem prontamente quaisquer tentativas de contornar as regras estabelecidas, sublinhando que a disciplina constitui um dos pilares fundamentais na formação dos futuros agentes da corporação.

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