O Presidente da República explicou que a suspensão era necessária para travar a degradação ambiental provocada pela exploração desordenada que contamina rios, destrói solos, ameaçava a biodiversidade, violava o direito dos trabalhadores, alimentava redes criminosas e punha em causa a sobrevivência humana naquela província.
“Mas não vamos recuar, porque temos compromisso com os moçambicanos, a quem juramos servir”, disse.
Por isso, reafirmou que nenhuma riqueza mineral justifica o sacrifício da vida do povo, biodiversidade, segurança e do bem-estar das comunidades.
Fonte: Jornal Noticias






