A informação foi confirmada esta sexta-feira pelo chefe do Departamento de Comunicação e Relações Públicas do SERNIC na Zambézia, Maximino Amílcar,
Segundo a fonte, um dos detidos é agente da Polícia da República de Moçambique (PRM), afecto à província de Nampula. Em conluio com um comparsa, igualmente residente em Nampula, o agente teria assumido falsamente a qualidade de advogado para ter acesso a um recluso detido por falsificação de moeda, na penitenciária distrital de Gurué. De acordo com Maximino, o objectivo seria retirar o preso da cadeia mediante o pagamento de uma suposta caução no valor de 300 mil meticais.
Desconfiadas da legitimidade dos alegados advogados, as autoridades penitenciárias alertaram o SERNIC, que interveio e confirmou que os dois indivíduos não possuíam qualquer habilitação legal para o exercício da advocacia, culminando na sua detenção.
O agente da PRM confessou os factos, mas alegou que a sua intenção não era representar judicialmente o recluso, mas apenas inteirar-se do processo, por considerar que o período de prisão preventiva já teria expirado. Por sua vez, o comparsa nega as acusações e afirma que se limitou a acompanhar o amigo numa visita ao estabelecimento prisional.
Fonte: Jornal Noticias






