Os contestatários alegam que a dirigente assumiu o cargo sem eleições internas, situação que consideram contrária aos estatutos do partido. Dizem já ter submetido reclamações à direcção provincial e nacional.
Denunciam ainda irregularidades em processos internos em alguns distritos, incluindo exclusão de membros e criação de grupos paralelos, o que, segundo afirmam, fragiliza a organização na província.
O grupo apela à intervenção do presidente do ANAMOLA para mediar o conflito e defende a realização de eleições internas como solução para restaurar a estabilidade partidária. A direcção provincial não se pronunciou até ao fecho desta edição.
Fonte: Jornal Noticias






