Resumo
A África do Sul vai retirar as suas tropas da missão da ONU na República Democrática do Congo, após 27 anos de participação. Pretória comunicou a decisão ao Secretário-Geral da ONU e garantiu colaboração para a retirada dos mais de 700 soldados destacados no território congolesa, prevista para este ano. O país reafirmou o compromisso de manter relações próximas com Kinshasa e apoiar iniciativas de paz na região, onde a missão da ONU combate grupos rebeldes há décadas, num contexto de intensificação dos combates no leste do país.
A África do Sul anunciou a retirada de suas tropas da missão da ONU na República Democrática do Congo (RDC). Assim sendo, o gabinete do Presidente Cyril Ramaphosa informou que já comunicou a decisão ao Secretário-Geral da ONU, António Guterres.
O país participou da Missão de Estabilização das Nações Unidas na RDC por 27 anos e actualmente mantém mais de 700 soldados destacados no território congolesa. No entanto, a Presidência sul-africana garantiu que trabalhará em estreita colaboração com a ONU para definir os prazos e procedimentos necessários à retirada, prevista para ser concluída ainda este ano.
Desta feita, Pretória reafirmou seu compromisso de manter relações próximas com Kinshasa e de continuar apoiando iniciativas regionais, continentais e internacionais voltadas para a consolidação da paz na RDC.
O mandato da missão da ONU na República Democrática do Congo tem como objectivo combater diversos grupos rebeldes que actuam há décadas no leste do país. Recentemente, a região tem registrado uma intensificação dos combates, aumentando a urgência das operações de estabilização.






