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Friday, February 6, 2026
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Camacho promete revolução na Ordem dos Engenheiros

Resumo

Osvaldo Camacho, candidato da lista "B" à bastonário da Ordem dos Engenheiros de Moçambique, propõe revitalizar a instituição para defender os interesses dos engenheiros e restaurar a autoridade técnica, emitindo pareceres sobre projetos públicos. Camacho destaca a crise atual na Ordem, afirmando que muitos engenheiros não se sentem representados, protegidos ou respeitados. Compromete-se a estabelecer regulamentos claros, processos eleitorais transparentes e um gabinete de defesa do engenheiro, além de combater o exercício ilegal da profissão. Pretende também criar um programa de integração para jovens engenheiros, formação contínua e acessível. As eleições na Ordem dos Engenheiros, com cerca de 10 mil membros, decorrem este mês, num contexto em que apenas 30% estão em situação regular.

OSVALDO Camacho, candidato pela lista “B” na eleição do bastonário da Ordem dos Engenheiros de Moçambique (OrdEM), promete transformar a agremiação numa instituição que defenda os interesses dos engenheiros, bem como devolver a autoridade técnica através da emissão de pareceres sobre projectos públicos.

No seu manifesto apresentado, há dias, aos membros do organismo, o engenheiro e aspirante a bastonário disse que a ordem atravessa um momento crítico.

Anotou que a organização afastou-se dos seus membros, perdeu autoridade técnica, para além de que muitos engenheiros hoje não se sentem incluídos, protegidos e respeitados, razão pela qual a sua candidatura nasce da recusa em aceitar a normalização destes actos.

O candidato da lista “B” propõe-se a repor regulamentos claros, sem interpretações convenientes bem como assegurar processos eleitorais limpos auditáveis e incontestáveis.

Promete igualmente criar um gabinete permanente de defesa do engenheiro, assegurar a intervenção pública da ordem sempre que um membro for injustificado, para além de combater o exercício ilegal da profissão. 

Consta ainda do manifesto de Osvaldo Camacho a devolução da autoridade técnica a ordem por forma a acabar com situações de obras públicas mal feitas sem voz técnica independente.

“A ideia é de a agremiação voltar a emitir pareceres técnicos públicos e assegurar a intervenção desta em grandes projectos públicos” anotou.

Mais a fundo, assegurou que caso seja eleito irá criar um programa nacional de integração de jovens engenheiros, formação contínua, pratica e acessível.

As eleições na ordem dos engenheiros decorrem este mês e ocorrem numa altura em que o organismo conta com perto de 10 mil membros dos quais apenas 30 por cento estão em situação regular.

 

Fonte: Jornal Noticias

 

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