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Monday, February 2, 2026
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Chapo reitera guerra contra “funcionários fantasmas” 

Resumo

O Presidente Daniel Chapo declarou guerra aos funcionários fantasmas durante o seu Informe Anual, introduzindo Reformas de Funcionamento de Estado para combater abusos na administração pública. Foram identificados milhares de registos suspeitos, levando à suspensão de salários de funcionários inexistentes. Está em curso a criação da central de aquisições do Estado para evitar subfacturação na compra de bens públicos. O registo biométrico de funcionários e agentes do Estado foi iniciado para controlar a presença efetiva e combater os funcionários fantasmas em todos os setores. O Presidente destacou a apreensão de exploração ilegal de recursos florestais envolvendo altos dirigentes como parte dos esforços para combater a corrupção. Estas medidas visam fortalecer a confiança dos cidadãos na administração pública e reduzir práticas corruptas.

“Declaramos guerra contra os funcionários fantasmas” – foi assim como Daniel Chapo introduziu o que chamou de Reformas de Funcionamento de Estado no seu Informe Anual. O Chefe de Estado diz que herdou uma administração caracterizada por abuso de bens públicos, concursos simulados, comissões e cobranças ilícitas para prestação de serviços públicos. 

Para lidar com isso, “a acção já começou, mexendo com estruturas da administração pública com interesses instalados e hábitos enraizados, que durante anos fragilizaram a confiança dos cidadãos”, prosseguiu, argumentando estar em curso a criação da central de aquisições do Estado para eliminar subfacturação na compra de bens para o Estado.

Segundo o Presidente da República, iniciou-se o registo biométrico de funcionários e agentes do Estado para controlar a efectividade e combater os funcionários fantasmas em todos os sectores. Até aqui, “foram identificados milhares de registos suspeitos, e imediatamente interrompemos o pagamento de salários, e até hoje alguns não aparecem [para reclamar] porque não existem. O país está a mudar meus irmãos,” concluiu. 

Falou de apreensão de exploração ilegal de recursos florestais com envolvimento de altos dirigentes de Estado, como “exemplos de reavaliação de sectores estratégicos” para combater a corrupção e “hoje temos plena certeza que ha mais gente temendo praticar actos de corrupção do que havia há alguns anos”, concluiu.

 

Fonte: O País

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