Resumo
A antiga basquetebolista moçambicana Clarisse Machanguana foi nomeada para a turma de 2026 da "Hall of Fame" do basquetebol, juntamente com sete outras figuras internacionais. A cerimónia de indução terá lugar em abril, em Berlim, Alemanha. Machanguana é reconhecida pela sua contribuição ao basquetebol africano, tendo liderado Moçambique para o terceiro lugar no Afrobasket de 1993 e o segundo lugar em 2013, resultando na histórica qualificação para o Campeonato do Mundo da FIBA em 2014. A FIBA descreve o "Hall of Fame" como um santuário para os grandes do basquetebol, reconhecendo aqueles que contribuíram para o desenvolvimento do desporto em todo o mundo. Estabelecido em 2007, o "Hall of Fame" já homenageou 200 personalidades de 45 países, sendo Machanguana a primeira moçambicana a integrar esta lista.
A indução de Clarisse Machanguana no “Hall of Fame”, que traduzido para português sugnifica “Muro da Fama”, será no próximo mês de Abril, em Berlim, Alemanha, juntamente com mais sete figuras ligadas ao basquetebol de diferentes países.
Trata-se de Dirk Nowitzki (Akemanha), Wang Zhizhi (China), Hedo Türkoğlu (Turquia), Céline Dumerc (França), Ludwik Miętta-Mikołajewicz (Polónia) e Ismenia Pauchard (Chile). A chilena será a única homeanageada a título póstumo, depois de ter ganho destaque no basquetebol mundial entre 1957 e 1964.
Ao se referir das razões que levaram à escolha da antiga poste moçambicana para o “Hall of Fame” de 2026, a FIBA afirmnou em seu site na internet que “Clarisse Machanguana foi uma célebre poste moçambicana. Uma das jogadoras mais reverenciadas do basquetebol africano, Clarisse liderou seu país ao terceiro lugar no Afrobasket de 1993 e ao segundo lugar em 2013. A segunda conquista resultou na histórica classificação de Moçambique para o Campeonato do Mundo da FIBA de Turquia-2014.”
A FIBA lembra que o “Hall da Fama” é um santuário dedicado às pessoas incríveis que construíram as bases do basquetebol mundial desde o seu nascimento até à sua glória na era moderna.
O órgão-reitor do basquetebol mundial lembra que o seu objectivo é ser uma instituição verdadeiramente internacional, activa na promoção e preservação da memória do basquetebol em todo o mundo, homenageando os grandes homens e mulheres que foram proactivos e excepcionais na melhoria e desenvolvimento do nosso desporto.
Criado em 2007, o Hall da Fama já homenageou 200 figuras ilustres de 45 países e dos cinco continentes, sendo que Clarisse Machanguana é a primeira moçambicana a entrar na restrita lista.
Fonte: Jornaldesafio






