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Comissão de Gestão da Federação Moçambicana de atletismo clama por fundos para pôr em marcha seu planos

Resumo

A Comissão de Gestão da Federação Moçambicana de Atletismo (FMA), empossada em novembro, está a trabalhar para unir a família do Atletismo e organizar uma Assembleia Geral eleitoral. O presidente, Eugénio Mabunda, pretende rever os estatutos da federação para se adequarem à nova lei do desporto. Enfrentam dificuldades logísticas devido à falta de recursos financeiros, mas a direção anterior tem colaborado na verificação das contas bancárias. Após a confirmação da transparência das contas, a Comissão planeia retomar a gestão com novos responsáveis. A Comissão foi empossada devido à crise na FMA e tem como objetivo principal reunificar a família do Atletismo e preparar a eleição dos novos órgãos sociais da federação.

Depois de tomar posse no passado mês de Novembro colocando fim ao braço de ferro entre a direcção cessante e as Associações, a Comissão de Gestão da Federação Moçambicana de Atletismo (FMA) deu a conhecer, na manhã desta sexta-feira, 19 de Dezembro, que tem estado a trabalhar no sentido fazer cumprir a missão da Comissão que é unir a família do Atletismo e organizar uma Assembleia Geral electiva.

Por Vanildo Polege

"A nossa missão como comissão de gestão, é reunificar a família, é reconciliar a família e trabalhar no sentido de organizarmos uma assembleia geral electiva, onde vai haver os novos órgãos sociais da federação e depois entregar a gestão da federação".

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O presidente da Comissão de Gestão, Eugénio Mabunda, explicou ainda que pretende avançar com a revisão dos estatutos da mesma para a homologação de novas dinâmicas dentro do órgão máximo do atletismo moçambicano.

"Há alguns aspectos omissos na Federação Moçambicana de Atletismo, então a ideia é fazer a revisão e adequá-los também à nova lei do desporto", disse o presidente da Comissão de Gestão, Eugénio Mabunda .

Mabunda, expôs as dificuldades logísticas encontradas no terreno para o decorrer normal das actividades.

"Não temos recursos, não há recursos, sobre tudo não temos recursos financeiros, ora para trabalhar, para fazer uma gestão coerente é preciso recursos", referiu Mabunda. 

O dirigente, acrescentou ainda que a direcção cessante tem estado a colaborar, mesmo debatendo-se com a situação das contas bancárias vazias.

"Pedimos extrato, a direcção anterior forneceu, tem estado a colaborar connosco, forneceu os extratos, então é uma questão de verificação, verificada a lisura digamos assim das contas, vamos retomar aquelas contas já com novos assinantes e irmos para frente", anotou o presidente da Comissão de Gestão. 

Lembrar que está comissão, foi empossada a 27 de Novembro, pelo ministro da Juventude e Desportos, Caifadine Manasse, no âmbito da crise que se instalou naquele órgão federativo com as associações a exigirem a saída da antiga direcção.(LANCEMZ)

Fonte: Lance

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