Resumo
O Secretariado-Geral da RENAMO denunciou uma tentativa de destituição do presidente Ossufo Momade, considerando-a ilegal e perturbadora da unidade interna do partido. Momade foi eleito legitimamente em 2024 e qualquer processo de afastamento fora dos estatutos é visto como uma violação. A RENAMO repudia a recolha de assinaturas para destituir o presidente, apelando à coesão interna e foco nos objetivos estratégicos, evitando a desestabilização num momento crucial.
O Secretariado-Geral da RENAMO informou esta semana sobre uma alegada tentativa de recolha de assinaturas que visa convocar reuniões extraordinárias com o propósito de destituir o presidente Ossufo Momade.
No entanto, a direcção do partido considera essa ação ilegal e politicamente motivada, acusando os seus promotores de promoverem instabilidade e de colocarem em risco a unidade interna da RENAMO.
Assim sendo, o comunicado relembra que Ossufo Momade foi eleito de forma legítima no VII Congresso realizado em Alto-Molócuè, em 2024, reforçando que qualquer processo de afastamento fora dos procedimentos previstos nos estatutos é uma violação das normas do partido.
Desta feita, a RENAMO repudia publicamente esta iniciativa e apela aos seus membros para que não participem da recolha de assinaturas, classificando a ação como uma estratégia que visa desestabilizar o partido num momento crucial para a sua coesão e para o contexto político nacional.
Por fim, o partido reforça a necessidade de preservar a estabilidade interna e os objetivos estratégicos, mantendo o foco na unidade como condição fundamental para enfrentar os desafios que se avizinham.





