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Sunday, February 1, 2026
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Edgar Chuze diz que encerramento da Mozal é uma chantagem ao Governo e a HCB

Resumo

O economista Edgar Chuze considera que a Mozal está a pressionar o Governo moçambicano a vender energia a preços mais baixos, classificando esta ação como chantagem. Chuze questiona por que a Mozal não recorre ao seu fornecedor tradicional de energia, a Eskom, na África do Sul. Ele menciona que a Mozal não conseguiu renovar o contrato com a Eskom nos mesmos termos e, por isso, virou-se para Moçambique em busca de preços mais baixos. Chuze acredita que a Mozal tenta chantagear o Governo moçambicano, uma vez que o seu fornecedor original não aceitou renovar o contrato com preços mais baixos. Ele destaca que a Mozal nunca foi cliente direta da HCB ou da EDM.

O economista Edgar Chuze considera que a decisão da Mozal visa pressionar o Governo a vender energia a custos baixos. Chuze falava hoje no programa Manhã Informativa da STV. 

“Para mim, continua a ser uma espécie de chantagem, seja ao Governo, seja a própria HCB”, disse Egar Chuze questionando porque a Mozal não recorre ao seu fornecedor tradicional de energia na África do Sul, a Eskom. 

O economista lembrou que a Mozal não conseguiu renovar o contrato com a Eskom nos mesmos termos e, por isso, recorreu a Moçambique para obter preços mais baixos. 

“O seu fornecedor de energia não aceitou renovar o contrato, porque o contrato da Mozal com a Eskom está no fim, com o preço igual ou abaixo. Acredito eu que   foi proposto uma negociação de novo contrato com o preço abaixo do que a Mozal está a pagar agora. Não estando satisfeito, a Mozal virou para Moçambique e está a tentar chantagear o Governo Moçambicano”, explicou Edgar Chuze, vincando que a Mozal nunca foi cliente directo da HCB ou da EDM.

Fonte: O País

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