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Thursday, January 8, 2026
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Edil de Quelimane demite quase todo Executivo municipal

Resumo

O presidente da Câmara de Quelimane, Manuel de Araújo, demitiu todos os membros do governo municipal devido a atrasos salariais de seis meses, afetando 900 funcionários com uma dívida de 72 milhões de meticais. Pouco se sabe sobre as motivações por trás desta decisão, que gerou incerteza entre os funcionários. Em menos de 24 horas, já foram nomeados um novo Chefe de Gabinete e um novo Vereador das Finanças. Além disso, Manuel de Araújo enfrenta problemas com a segunda fase das ciclovias, com contratos de construção em curso e uma decisão de demolição pendente, sem clarificação sobre quem arcará com as consequências.

O edil de Quelimane, Manuel de Araújo, demitiu esta segunda-feira todos os membros do seu governo municipal, composto por 12 vereadores, 21 directores e outros quadros, incluindo o Chefe do Gabinete do Presidente. As cessações em massa ocorrem numa altura em que a edilidade está há 6 meses sem pagar salários. 

É uma situação que tem levado muitos funcionários do Conselho Municipal de Quelimane a visitarem a vitrina da edilidade, desde as primeiras horas desta terça-feira, para verem de perto os despachos das cessações de funções em massa.

Não há muitas informações das motivações que levaram o edil Manuel de Araújo a tomar tal decisão. Mas o facto é que ocorre numa altura em que o município de Quelimane vive uma profunda crise de gestão salarial de há mais de 6 meses, numa dívida que ronda os 72 milhões de meticais para mais de 900 funcionários. 

O ambiente é neste momento de incerteza por parte dos funcionários que não quiseram prestar declarações à nossa equipa de reportagem, para reagirem ao que está a suceder.

O facto curioso é que em menos de 24 horas das cessações, já foram nomeados o novo Chefe de Gabinete e o novo Vereador das Finanças.

Outro problema que Manuel de Araújo está a enfrentar tem que ver com a segunda fase das ciclovias, cujo processo corre termos na Procuradoria Provincial e no Tribunal Administrativo.

Sucede que há contratos celebrados para construção e no entanto há uma decisão para demolição da obra sem se definir quem custeará as consequências. 

Fonte: O País

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