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Empresárias em Pemba pedem financiamento

Resumo

Empresárias de Pemba, Cabo Delgado, expressam preocupação com a falta de financiamento para impulsionar negócios liderados por mulheres, apontando o acesso limitado ao crédito como principal obstáculo. Durante uma reunião promovida pela Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC) e o Comité Técnico do Diálogo Nacional Inclusivo (COTE), as participantes salientaram a necessidade de capital para implementar projetos que poderiam gerar emprego e renda. Benedita Langa, da FDC em Cabo Delgado, realçou a importância de ouvir as mulheres para fortalecer a sua participação na construção de comunidades resilientes. O presidente do COTE, Edson Macuácua, comprometeu-se a considerar as preocupações no relatório final do diálogo, visando refletir os interesses de todos os moçambicanos.

Empresárias da cidade de Pemba, na província de Cabo Delgado, manifestaram preocupação com a falta de financiamento para impulsionar iniciativas lideradas por mulheres, apontando o acesso limitado ao crédito como o principal obstáculo ao crescimento do sector empresarial feminino.
A posição foi defendida durante uma reunião de auscultação promovida pela Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), em parceria com o Comité Técnico do Diálogo Nacional Inclusivo (COTE), cujo objectivo é recolher contribuições para integrar no processo do Diálogo Nacional Inclusivo.
As participantes consideram que muitas mulheres com formação académica continuam sem oportunidades por falta de capital para implementar projectos que poderiam gerar emprego e renda. “Com financiamento, podemos alavancar famílias inteiras e contribuir de forma significativa para o desenvolvimento do país”, referiram.
A representante da FDC em Cabo Delgado, Benedita Langa, destacou que ouvir as mulheres do sector económico é fundamental para fortalecer a sua participação activa na construção de comunidades mais resilientes. Segundo afirmou, o empoderamento económico feminino representa impacto directo no sustento familiar e na estabilidade social.
Por sua vez, o presidente do COTE, Edson Macuácua, garantiu que as preocupações apresentadas serão consideradas no relatório final do diálogo, assegurando que o processo visa reflectir os interesses de todos os moçambicanos.

 

Fonte: Jornal Noticias

 

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