Resumo
Cerca de 53 mil pessoas em Inhambane estão sem assistência sanitária devido à destruição de 25 unidades de saúde pelo ciclone Gezani. O diretor provincial de Saúde, Carlos Cossa, descreve a situação como crítica, afetando hospitais e centros de saúde em vários locais. A destruição prejudicou edifícios, equipamentos médicos e medicamentos, dificultando consultas, tratamentos e vacinação. Pacientes estão a ser encaminhados para unidades de saúde mais distantes, enfrentando longas deslocações para receber cuidados médicos, enquanto se avaliam os estragos causados.
A informação foi avançada pelo director provincial de Saúde, Carlos Cossa, em entrevista à Rádio Moçambique, que descreveu a situação como crítica.
Segundo Cossa, as infra-estruturas afectadas incluem hospitais e centros de saúde localizados nos distritos de Jangamo, Morrumbene, Massinga e nas cidades de Inhambane e Maxixe.
“A destruição provocou danos em edifícios, equipamentos médicos e stocks de medicamentos, dificultando o atendimento de consultas de rotina, tratamentos de doenças crónicas e vacinação”, referiu.
Cossa explicou que, enquanto decorre o levantamento dos estragos, alguns pacientes estão a ser encaminhados para unidades de saúde mais distantes, enfrentando, em certos casos, longas deslocações para receber cuidados médicos.
Fonte: Jornal Noticias






