Através de uma nota, o Instituto de Transporte Marítimo (ITRANSMAR) adverte que o incumprimento desta ordem dará espaço para tomada de medidas administrativas, segundo consta da lei.
Referir que mais de uma dezena de embarcações privadas operavam no transporte de pessoas e bens, entre a baixa de Xai-Xai a Chicumbane, na sequência do corte da N1, devido às cheias e inundações.
Os valores praticados por estes operadores, considerados exorbitantes pela população, variavam de 500 a 1000 meticais por passageiro.
Com a interrupção do transporte fluvial, o ITRANSMAR orienta as pessoas a usarem a via terrestre, Xai-Xai/Chibuto/Chissano, que depois conecta a N1, recentemente reaberta.
Fonte: Jornal Noticias






