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Investidos USD 120 milhões em projectos de aquacultura

Resumo

Desde 2022, mais de 120 milhões de dólares foram investidos em projetos de aquacultura em Moçambique, visando a produção de ração, alevinos e proteína sustentável. Este investimento já está a beneficiar as comunidades locais, melhorando a renda e a segurança alimentar. Quatro empreendimentos estruturantes foram apoiados, aumentando a capacidade produtiva em várias regiões do país. O secretário de Estado do Mar e Pescas defendeu uma economia azul integrada e participativa, envolvendo ativamente as comunidades costeiras e coordenando vários setores para o uso sustentável dos recursos marinhos. O Conselho de Economia Azul, que se encontra em sessão na Zambézia, apoia decisões estratégicas e promove o desenvolvimento sustentável das atividades relacionadas com a economia azul.

Mais de 120 milhões de dólares norte-americanos foram investidos desde 2022 para o financiamento de projectos de aquacultura no país. O investimento foi aplicado para a produção de ração, alevinos e proteína sustentável.
O presidente do Conselho de Administração do Fundo de Desenvolvimento da Economia Azul (ProAzul), Oswaldo Petersburgo, que avançou a informação há momentos, durante o arranque dos trabalhos da primeira sessão do Conselho de Economia Azul que decorre na localidade de Licuar, distrito de Nicoadala, província da Zambézia, disse que este investimento já começou a gerar impacto na melhoria das comunidades devido à geração de renda e melhoria da segurança alimentar e nutricional.
De acordo com Petersburgo, o programa já apoiou pelo menos quatro empreendimentos estruturantes, contribuindo para o aumento da capacidade produtiva em regiões como Quissico (Inhambane), Nicoadala (Zambézia), Cahora Bassa (Tete) e em Manica.
Por sua vez, o secretário de Estado do Mar e Pescas, Momade Juízo, defendeu uma economia azul integrada e participativa, baseada no envolvimento activo das comunidades costeiras. Segundo afirmou, a estratégia articula sectores como pesca, energia, turismo, ambiente e finanças, com vista a maximizar o aproveitamento sustentável dos recursos marinhos.
O governante sublinhou ainda que uma coordenação eficaz entre os diferentes intervenientes poderá potenciar os resultados, destacando o papel dos parceiros de cooperação.
O Conselho de Economia Azul é um órgão consultivo que apoia decisões estratégicas e promove o desenvolvimento sustentável e a gestão responsável das actividades ligadas à economia azul.

 

Fonte: Jornal Noticias

 

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