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Thursday, January 8, 2026
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JUSTIFICA DE ARAÚJO: Demissão do executivo em bloco visa aliviar massa salarial

Resumo

O presidente do Conselho Municipal de Quelimane, Manuel de Araújo, explicou que a demissão em bloco dos vereadores visa reduzir a massa salarial da autarquia devido à insuficiência das receitas próprias para cobrir os encargos. Algumas vereações serão aglutinadas temporariamente, como a Área da Mulher e da Criança e Acção Social. Esta medida de contenção financeira pretende aliviar a folha salarial, que atualmente representa cerca de 12 milhões de meticais mensais. Além disso, os contratos dos trabalhadores sazonais não serão renovados para reduzir a despesa com pessoal. Araújo esclareceu que a reorganização das vereações é temporária e poderá ser revertida quando a situação financeira melhorar, visto que as receitas não cobrem apenas os salários, mas também outros projetos prioritários, como a gestão de resíduos sólidos.

O presidente do Conselho Municipal de Quelimane, na província da Zambézia, Manuel de Araújo, afirmou que a demissão em bloco dos vereadores do seu executivo tem como principal objectivo a redução da massa salarial da autarquia.

‎Segundo De Araújo, as receitas próprias do município são insuficientes para suportar os encargos com salários e subsídios, razão pela qual algumas vereações serão aglutinadas como medida de contenção financeira. “Temos, por exemplo, um vereador da Área da Mulher e outro da Área da Criança e Acção Social. Estas áreas poderão ser aglutinadas numa única vereação”, explicou.

‎Manuel de Araújo, que falava à margem de uma visita às obras de construção da avenida Max Love, para aferir o estágio de execução física, esclareceu ainda que a reorganização das vereações é temporária e que estas poderão voltar a ser dissociadas quando a situação financeira do município melhorar.

‎O autarca anunciou igualmente que o município não irá renovar os contratos dos trabalhadores sazonais que expiram nos próximos meses, como forma de reduzir a massa laboral e aliviar a folha salarial.

‎De acordo com o presidente do Município de Quelimane, a autarquia gasta cerca de 12 milhões de meticais por mês no pagamento de salários e subsídios. No entanto, as receitas arrecadadas são insuficientes não só para cobrir esses encargos, mas também para financiar outros projectos prioritários, como a gestão de resíduos sólidos no município.

 

Fonte: Jornal Noticias

 

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