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Sunday, January 11, 2026
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Lixo preocupa moradores de Chamanculo “C” e Maxaquene

Resumo

Moradores de Chamanculo “C” e Maxaquene, em Maputo, queixam-se da sujidade nas ruas devido ao lixo acumulado e à chuva, que ameaçam a saúde pública. Na Rua Marcelino dos Santos, o lixo bloqueou parte da via, afetando o trânsito e causando mau cheiro e doenças. Os residentes pedem intervenção da autarquia, pois a situação persiste há quase um mês, com a recolha de resíduos atrasada. Em Maxaquene, o lixo transbordou dos contentores, afetando a saúde de adultos e crianças. Apesar das promessas das autoridades locais de recolher o lixo regularmente, a situação mantém-se. Os moradores apelam à resolução urgente do problema para evitar mais impactos negativos na saúde da comunidade.

Moradores dos bairros Chamanculo “C” e Maxaquene, na cidade de Maputo, queixam-se de imundície nas ruas. O lixo acumulado, associado às águas da chuva,  está a ameaçar a saúde pública, e os moradores exigem intervenção da edilidade.    

A Rua Marcelino dos Santos, na Cidade de Maputo, está parcialmente bloqueada.

O lixo tomou conta de grande parte do asfalto e o trânsito já não flui em dois sentidos, tal como era previsto. As viaturas devem partilhar um pequeno espaço. 

No local, o cheiro é nauseabundo e há relatos de doenças.

“Pedimos ao Conselho Municipal que trate este assunto, porque é uma vergonha  mesmo para a instituição, não só para os moradores. Tal como podem ver, o lixo está a fechar a estrada.”

Os moradores contam que a rua se encontra nestas condições há quase um mês e que tem sido recorrente a demora na recolha dos resíduos.  

“Não temos como abandonar as nossas casas, por causa do lixo, mas é difícil, de verdade. Muito difícil. Temos crianças, temos pessoas que vivem aqui, na estrada. Agora que choveu, até está cheio de água. Às vezes, saem moscas, vermes, saem até aqui, mas não temos como. Que venham recolher o lixo, porque está a prejudicar-nos a saúde”, lamentou Mariamo Churrama.

A situação torna-se mais preocupante quando chove.

“Nós demos a proposta de que aqui tinha de se pôr cimento. A administradora prometeu que iria tirar o lixo segunda, terça e quinta, mas isso não está a acontecer. Agora, estamos com esse lixo aqui já há 15 dias.”

Situação similar vive-se no bairro de Maxaquene, onde o lixo transbordou dos contentores.

“Não temos o que dizer, porque os que deveriam recolher sabem que aquilo não está certo. Causa-nos doenças a nós, adultos, e também às crianças.” 

Para reagir ao assunto, a nossa equipa de reportagem contactou as autoridades municipais, mas sem sucesso.

Fonte: O País

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