Resumo
Jovens moçambicanos encontram no basquetebol dos Estados Unidos uma oportunidade de vida, longe de casa mas sem esquecer as raízes. Nas instituições americanas, como Community Colleges e universidades, estes jovens destacam-se pela ambição, disciplina e resiliência cultural, representando Moçambique com talento e determinação. Nomes como Azénio Cossa, Uwami Chongo, Chana Paxixe, Sandra Magoliço, Jessy Joaquim e Filipa Calisto personificam a utilização do basquetebol como meio de alcançar sucesso e futuro, num ambiente competitivo onde se destacam pela sua capacidade física e inteligência táctica.
Não aparecem nas manchetes internacionais, mas são jovens que carregam nas costas mais do que uma pasta: levam consigo o sonho de uma carreira, o peso da responsabilidade e a esperança de um país que continua a exportar talento.
Num contexto cada vez mais competitivo, onde milhares de atletas lutam por minutos, bolsas de estudo e visibilidade, os moçambicanos têm conseguido afirmar-se pela disciplina, capacidade física, inteligência táctica e resiliência cultural. Nomes como Azénio Cossa, Uwami Chongo, Chana Paxixe, Sandra Magoliço, Jessy Joaquim e Filipa Calisto representam hoje diferentes etapas de um mesmo processo: usar o basquetebol como ponte para o conhecimento, para o alto rendimento e para o futuro.
Fonte: Jornaldesafio





