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O estudo do INS constatou que os profissionais de saúde da Cidade da Beira têm uma atitude positiva em relação ao Vírus da Hepatite B

Resumo

Um estudo realizado por investigadores do Instituto Nacional de Saúde e instituições parceiras na cidade da Beira, entre junho e agosto de 2020, revelou um conhecimento moderado e atitudes positivas em relação à hepatite B entre 315 profissionais de saúde. Os resultados indicam que as médias percentuais de respostas corretas foram de 69,6% para conhecimento (moderado), 92,0% para atitudes (boas) e 54,8% para práticas positivas em relação ao HBV (medíocre). Médicos tiveram a maior percentagem de acertos no conhecimento (85,3%), enquanto enfermeiros mostraram a maior pontuação em atitudes positivas (93,2%). Técnicos de laboratório apresentaram a maior taxa de conformidade em práticas seguras (60,1%). O estudo destaca a importância da formação e disponibilização de materiais para prevenir e controlar a hepatite B, num país como Moçambique, onde a doença é endémica e uma das principais causas de cancro de fígado.

Um estudo realizado por investigadores do Instituto Nacional de Saúde e instituições parceiras, com o objectivo principal de avaliar o conhecimento, atitudes e práticas positivas em relação ao Vírus da Hepatite B (HBV), entre Junho e Agosto de 2020, revelou um conhecimento moderado e atitudes positivas em relação à hepatite B entre profissionais de saúde da cidade da Beira.

O estudo abrangeu 315 profissionais de saúde que interagem directamente com os pacientes, como médicos, enfermeiros, técnicos de laboratório, agentes de serviço e outros, em quatro Unidades Sanitárias. As médias percentuais de respostas correctas às perguntas relacionadas ao conhecimento, atitudes e práticas positivas em relação ao HBV foram de 69,6% (moderado), 92,0% (boa) e 54,8% (medíocre), respectivamente.

Além disso, o estudo revelou que os médicos alcançaram a maior porcentagem média de acertos em todas as perguntas relacionadas ao conhecimento sobre hepatite B (85,3%). Por outro lado, os enfermeiros obtiveram a maior pontuação em termos de atitude positiva em relação ao HBV (93,2%). Os técnicos de laboratório apresentaram a maior taxa de conformidade em relação às práticas seguras para o controlo da hepatite B, com 60,1%.

Os resultados da investigação ressaltam a importância de capacitação, disponibilização de materiais e diretrizes para a prevenção e controlo do HBV, como parte das estratégias para erradicar o vírus como um problema de saúde pública. Moçambique é classificado como um país com alta endemicidade de hepatite B, sendo esta uma das principais causas do cancro de fígado, que é o terceiro tipo mais comum entre os homens no país.

O estudo foi realizado por Lúcia Vieira, Orvalho Joaquim e Nédio Mabunda.

Link de acesso ao artigo: https://link.springer.com/article/10.1186/s12889-025-25343-y?utm_source=rct_congratemailt&utm_medium=email&utm_campaign=oa_20251117&utm_content=10.1186/s12889-025-25343-y

 

Fonte: INS

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