Na sua intervenção, o Presidente da República começou por agradecer a distinção, sublinhando que recebia com sincero apreço a honra de lhe ser entregue a chave da Cidade de Maputo pelas autoridades municipais.
Por conseguinte, explicou que o momento é revestido de grande importância, por se tratar da primeira vez que visita oficialmente a capital desde a sua tomada de posse.
O Chefe do Estado sublinhou que o gesto tem um peso particular para os cidadãos da capital, reforçando a identidade e a coesão nacional. “Queremos endereçar uma palavra de apreço às autoridades municipais, por este gesto que reforça a nossa auto estima como moçambicanos, em particular citadinos de Maputo, e o sentimento de pertença a uma Nação una e indivisível”, disse.
Daniel Chapo destacou ainda o papel de Maputo como cartão-de-visita de Moçambique e símbolo da unidade nacional. “A posição de capital política e administrativa do nosso país confere à Cidade de Maputo um estatuto especial e serve de cartão-de-visita que nos orgulha a todos nós como moçambicanos”, acrescentou.
No mesmo sentido, reiterou o compromisso do Governo em dar atenção especial à capital. “A atribuição desta chave da Cidade é um acto de distinção e prestígio que nos enche de imensa satisfação e um verdadeiro convite para redobrarmos a atenção que Maputo merece como Governo Central”, frisou.
Ao longo da visita, o Presidente vai percorrer os distritos municipais de KaMavota, KaMpfumo e KaTembe, onde se reunirá com administradores, secretários de bairro e líderes comunitários, para abordar questões de governação local e desenvolvimento urbano. O programa inclui ainda encontros com jovens, agentes económicos e líderes religiosos, numa agenda que privilegia o diálogo inclusivo e a promoção da coesão social.
O governante destacou também o papel das autoridades locais na consolidação da descentralização e da democracia. “A Cidade de Maputo, enquanto capital da República de Moçambique, deve continuar a ser o melhor exemplo e espelho do processo de descentralização e da consolidação da democracia em que as políticas e a sociedade civil se afirmam como agentes da paz, a reconciliação e união entre os moçambicanos”, defendeu.
A previsão indica que a visita terminará com a realização de um comício.
Fonte: O País