Numa nota enviada ao “Notícias Online”, o Chefe do Estado solidariza-se com a família da finada nascida a 1 de Março de 2000, no cimo de uma árvore, em circunstâncias extremas provocadas pelas grandes cheias que assolaram a região Sul do país: “Rosita Pedro tornou-se uma figura marcante da história recente de Moçambique”.
Sobre este facto, Chapo sublinha que “a menina Rosita tornou-se não apenas um símbolo do risco dos desastres, mas sobretudo um ícone da resiliência colectiva dos moçambicanos face aos eventos extremos decorrentes das mudanças climáticas”.
O Presidente da República assinala ainda que o desaparecimento prematuro de Rosita ocorre num contexto em que o país continua vulnerável a fenómenos naturais extremos, lembrando a responsabilidade partilhada na sua prevenção e gestão.
“Neste momento em que Moçambique e o mundo choram a precoce partida eterna da menina Rosita, somos lembrados da responsabilidade que recai sobre o Estado, a sociedade e cada cidadão na prevenção e gestão do risco dos desastres naturais”, refere a mensagem.
O estadista moçambicano destaca igualmente o significado humano e simbólico da vida de Rosita, frisando que a sua história transcende o âmbito familiar e se inscreve na memória colectiva nacional.
“Recordaremos sempre da menina Rosita como epíteto do espírito de luta, resiliência e fé não só da sua mãe e familiares, mas também como símbolo de esperança e amor que, em vida, ela vinha recebendo de diversas entidades colectivas e singulares”.
A mensagem conclui com uma homenagem sentida à memória da jovem: “Até sempre, menina Rosita. Que sua alma descanse em paz”.
Fonte: Jornal Noticias






