Chapo falava momentos antes do balanço da sua visita de trabalho aos Emirados Árabes Unidos (EAU), realizada a convite do Presidente daquele país, Sheikh Mohammed bin Zayed Al Nahyan.
Na sua intervenção, o Chefe do Estado começou por realçar a severidade da actual época chuvosa, lembrando que os meses de Janeiro, Fevereiro e Março são chuvosos em Moçambique, dada a localização geográfica do país, uma condição natural que, segundo afirmou, torna o país particularmente vulnerável a fenómenos climáticos extremos recorrentes.
Expressou pesar pelas vidas perdidas em consequência das chuvas torrenciais, referindo que o país acaba por sofrer como um todo, com a perda de vidas humanas, num claro reconhecimento do impacto humano das cheias e inundações que se fazem sentir em várias regiões do território nacional.
Para além das perdas humanas, o Presidente da República destacou os prejuízos materiais significativos que o país enfrenta, afirmando que “estamos a perder um pouco por todo o país infra-estruturas económicas e sociais, principalmente as vias de acesso, como é do conhecimento de todos”.
Por conseguinte, explicou que o Governo tem envidado esforços contínuos para a reposição das infra-estruturas danificadas ciclicamente, mas reconheceu as limitações impostas pela recorrência das chuvas.
Segundo o Chefe do Estado, os efeitos são particularmente devastadores, uma vez que “a água acaba destruindo as nossas estradas, as nossas pontes, os nossos aquedutos e, sobretudo, as casas das nossas populações, as escolas, os centros de saúde”.
Fonte: Jornal Noticias






