Resumo
A possível retirada das Forças do Ruanda de Cabo Delgado pode levar Moçambique a partilhar os ganhos dos hidrocarbonetos para manter a segurança dos projetos, segundo Jorge Matine. No entanto, João Feijó discorda, afirmando que as multinacionais europeias não querem a saída das Forças Ruandesas. O debate, originado pelo fim do financiamento da União Europeia, foi tema do Programa Noite Informativa. Matine e Feijó consideram a ameaça como uma estratégia europeia para fazer Moçambique assumir os custos de segurança com as receitas do gás, enquanto Esaú Cossa e André Mulungo apontam a presença ruandesa como sinal de incapacidade das tropas nacionais, destacando a falta de transparência nos termos da sua permanência em Cabo Delgado.
Fonte: O País





