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Thursday, February 5, 2026
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“Casamentos Prematuros de Meninas em Moçambique” retratados em livro

Resumo

Foi lançado em Maputo o livro "Casamentos Prematuros de Meninas em Moçambique", realçando a urgência de investir nas raparigas para combater os casamentos precoces no país. Com taxas alarmantes de 48% das meninas a casarem antes dos 18 anos a nível nacional, chegando a 56% em Nampula e 18% antes dos 15 anos, Moçambique enfrenta um dos maiores problemas de casamentos prematuros do mundo. Os autores, Sónia Basílio Pinto e Padre Fonseca Kwiriwi, enfatizam a importância de dar voz às meninas e resolver a questão a nível familiar, com a participação de organizações da sociedade civil e líderes religiosos no lançamento do livro.

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Foi lançado, na Cidade de Maputo, o livro “Casamentos Prematuros de Meninas em Moçambique”, uma obra que denuncia o aumento de uniões precoces no país e alerta para a perpetuação do problema.

De autoria de Sónia Basílio Pinto e do Padre Fonseca Kwiriwi, o livro denuncia a forma como o casamento prematuro continua a comprometer o futuro de milhares de meninas.

A obra defende que investir na rapariga e dar voz a ela é passo urgente e indispensável para mitigar os casamentos prematuros.

Os autores destacam que as soluções para reduzir ou resolver o problema que assola mais de 48% de meninas em Moçambique devem começar na família.

O lançamento do livro decorreu na última quinta-feira, em Maputo, e contou com a presença de organizações da sociedade civil e líderes religiosos.

Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Moçambique tem uma das taxas mais elevadas de uniões prematuras do mundo.

A nível nacional, 48% das meninas casam-se antes dos 18 anos de idade, mas na província de Nampula, o número sobe para 56%. E, surpreendentemente, 18% casam-se antes dos 15 anos, refere o UNICEF.

Fonte: O País

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