Os primeiros intervenientes consideram necessário clarificar a separação de poderes — legislativo, executivo e judicial —, assegurando, sobretudo, maior independência do poder judicial. Sugerem, igualmente, que se encontrem mecanismos que impeçam o Presidente da República de nomear elementos da magistratura, bem como que parte das responsabilidades executivas seja transferida para o Primeiro-Ministro.
Acima de tudo, apelaram a uma maior inclusão nas oportunidades socioeconómicas, culturais e políticas.
Fonte: Jornal Noticias






