Início Nacional Sociedade Estado Maior-General reage à situações de militares em Cabo Delgado 

Estado Maior-General reage à situações de militares em Cabo Delgado 

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O Estado Maior-General diz que os militares que combateram durante um ano sem qualquer remuneração em Cabo Delgado estava a tentar reintegração nas Forças Armadas, mas o processo não cumpriu o procedimento administrativo e legal exigido. A instituição trata o grupo de ex-militares, por várias razões.

Foi através de uma nota datada de 28 de Agosto de 2025, que o Estado Maior General posicionou-se sobre os mais de 300 militares que estiveram a combater em Cabo Delgado, sem qualquer tipo de remuneração e com problemas de logística.

A instituição começa por esclarecer que: “Trata-se de ex-militares em diferentes situações que incluem os que passaram à Reserva de Disponibilidade, que, de forma voluntária, manifestaram o seu interesse em sair das fileiras, tal como a lei os assiste, findo o período estabelecido para o cumprimento do Serviço Militar (…), e outros na condição de expulsos por diversos actos de indisciplina, incluindo a deserção (…)”.

Mas na entrevista que os visados deram em Nampula, um dia depois de serem dispensados em Macomia, onde estavam afectos, estes disseram que responderam a um chamamento feito pelo Ministério da Defesa.

Mas para Estado Maior General, estes estavam a tentar reintegração nas Forças Armadas.

“Todos estes, de livre e espontânea vontade, pretenderam-se ver reintegrados nas FADM, todavia este acto nunca obedeceu a quaisquer procedimentos administrativos legais e, por conseguinte, as Forças Armadas, regendo-se por leis e demais regulamentações, devem permanentemente, observar o seu cumprimento integral”.

O grupo disse, numa entrevista, que enquanto combatia recebia promessas de regularização do pagamento de algum subsídio.

E porque para o Estado Maior General o processo de reintegração nas Forças Armadas foi ilegal, tomou a seguinte decisão. “Neste sentido, reconhecendo a necessidade de observar os procedimentos atinentes à sua reintegração, avaliado caso a caso, mesmo porque a lei assim permite (…) as FADM decidiram pela sua retracção às zonas de origem, a partir de onde possam observar normativas correspondentes – algo que não pode ser feito nas unidades militares”.

Fonte: O País

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