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Histórico treinador italiano admite regresso ao ativo: «Tenho tantas ofertas»

Arrigo Sacchi teria dito que estava a ponderar o regresso ao ativo, mas tudo não passou de um mal-entendido

Foi entre 1982 e 2001 que Arrigo Sacchi revolucionou o futebol e se destacou com um dos melhores treinadores do mundo. Agora, 24 anos depois de se retirar, o histórico técnico italiano teria dito que estava a ponderar o regresso ao ativo, mas tudo não passou de um mal-entendido.

Sacchi lançou a «bomba» numa entrevista ao Adnkronos, revelando que tem várias ofertas para regressar: «Estou a pensar em voltar a treinar, tenho muitas propostas.»

No entanto, não desvendou o destino, deixando a porta aberta para treinar fora de Itália. «Gosto muito deste país, mas não sei se o farei em Itália ou no estrangeiro», disse Sacchi, acrescentando: «Pediram-me para ir, por exemplo, para o Brasil, Argentina, Espanha e muitos outros lugares.»

Sacchi, de 78 anos, foi uma das principais figuras do futebol italiano nos anos 80 e 90, principalente, quando esteve ao comando do Milan. Em quatro anos nos rossoneri (1987-91), conquistou oito títulos: uma Serie A (1987/88), duas Taças dos Campeões Europeus (1988/89 e 1989/90), duas Taças Intercontinentais (1989 e 1990), duas Supertaças Europeias (1989 e 1990) e uma Supertaça de Itália (1988).

Além dos títulos em Milão, foi campeão da Serie C (terceira divisão italiana) com o Parma, em 1985/86, e guiou a Itália ao segundo lugar no Mundial 1994, nos EUA. Passou, ainda, por Rimini e Atlético Madrid. Deixou o futebol em 2001, depois de uma temporada no Parma.

Porém, tudo isto não terá passado de um mal-entendido e o próprio Sacchi afirmou, à Gazzetta dello Sport, que não pensa num regresso ao ativo: «Está a brincar? Dei toda a minha vida ao futebol, mas agora, aos setenta e oito anos, como é que posso pensar em voltar para o banco? Não estou louco.»

É o resultado de um mal-entendido. Simplesmente enviei uma mensagem a Galliani dizendo que, se ele precisasse de ajuda para o Monza, eu estaria disponível. Mas não para ser o seu treinador. Estou grato a Galliani, assim como ao Presidente Berlusconi, por tudo o que fizeram por mi», disse.

Notícia atualizada às 23h08

Fonte: A Bola

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