InícioNacionalPolíticaMDM considera crítica a situação económica do país 

MDM considera crítica a situação económica do país 

Resumo

O Presidente do Movimento Democrático de Moçambique, Lutero Simango, alertou para a crítica situação económica do país, mencionando o encerramento da Mozal e a não renovação de contratos com a Kenmare como impactos negativos para a população. Durante a III Sessão da Comissão Política do MDM, em Maputo, Simango expressou preocupação com a falta de uma política nacional para a produção de alimentos no país e defendeu a necessidade de apoio às Pequenas e Médias Empresas. O partido também reafirmou a importância da descentralização de competências para os municípios, especialmente para a cidade da Beira. O MDM defende a redução de impostos, incluindo do IVA para 14%. A próxima reunião será o Conselho Nacional, onde será analisado o relatório de contas da campanha eleitoral de 2024, já aprovado na Comissão Política.

O Presidente do Movimento Democrativo de Moçambique diz que a situação económica do país é crítica. Lutero Simango entende que o encerramento da Mozal e a não renovação de um dos contratos com a Kenmare vai impactar negativamente na população. Simango falava no encerramento da III Sessão da Comissão Política, na Cidade de Maputo. 

A Comissão Política do MDM reuniu-se durante dois dias, na Cidade de Maputo, com pontos de agenda voltados para dentro do partido e, também, para a situação económica do país. 

A formação política diz que está preocupada com o rumo socio-económico do país. 

“Manifestamos a nossa preocupação com o encerramento anunciado do Mozal, assim como possível o encerramento de Kenmar, e continuamos desapontados com a ausência de uma política nacional para produzir comida em Moçambique. 

Lutero Simango fala ainda da necessidade de se haver uma política para a promoção e crescimento das Pequenas e Médias Empresas.

“E queremos aqui dizer que a ausência de uma política económica para motivar e criar condições para que as médias e pequenas empresas possam assumir a sua responsabilidade na promoção de emprego, na geração de oportunidades e de riquezas é a razão fundamental da crise económica em Moçambique. E não se pode desenvolver o nosso país na base de altos impostos, na base de altos juros e também na base da exclusão política social. Aqui devemos sublinhar que o MDM defende a redução dos impostos. Defendemos a redução do IVA para 14%”, disse o presidente do MDM. 

A Comissão Política do MDM apresentou igualmente o posicionamento do partido no Diálogo Nacional Inclusivo e sobre matérias de descentralização. 

E aqui, mais uma vez, o MDM reafirma na sua posição política que é urgente que se faça a transferência de competências para os municípios e, em particular, para o município da cidade da Beira, onde o MDM está a governar. Entreguem-nos a Educação e Saúde para que possamos promover não só qualidade, mas acima de tudo dignidade aos moçambicanos”, disse. 

A próxima reunião do MDM, ainda sem data, será o Conselho Nacional. No evento, o partido vai analisar o relatório de contas da campanha eleitoral de 2024. A conta já foi aprovada na sessão da Comissão Política.

 

Fonte: O País

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