Filipe Songo falava ontem na Faculdade de Ciências Sociais e Política da Universidade Católica de Moçambique, em Quelimane, na cerimónia de graduação de 320 estudantes, entre doutores, mestres e licenciados.
“A violação da integridade das provas representa uma violação pública”, disse o reitor.
Fonte: Jornal Noticias






