Resumo
O Ministério das Finanças realizou uma sessão de auscultação com os Secretários Permanentes de vários sectores em Maputo, para recolher contribuições e discutir desafios e prioridades na gestão das finanças públicas em Moçambique. Albertina Furquia, Secretária Permanente do Ministério das Finanças, destacou a importância da participação das instituições do Estado na elaboração da Estratégia de Gestão das Finanças Públicas, essencial para orientar reformas estruturais, promovendo transparência, eficiência e responsabilidade na gestão dos recursos estatais. A auscultação visou incorporar diferentes perspectivas e experiências institucionais, contribuindo para uma gestão financeira pública mais eficaz e orientada para resultados, com foco na planificação, execução orçamental, controlo interno e prestação de contas. Esta iniciativa faz parte das ações do Ministério das Finanças para garantir um processo participativo na elaboração da estratégia que orientará as reformas futuras no sector.
No seu discurso de abertura, Albertina Furquia sublinhou que a Estratégia de Gestão das Finanças Públicas constitui um instrumento fundamental para orientar reformas estruturais no sector, reforçando a transparência, a eficiência e a responsabilidade na gestão dos recursos do Estado.
A dirigente enfatizou ainda que a auscultação aos Secretários Permanentes permite incorporar diferentes perspectivas e experiências institucionais, assegurando que a estratégia reflicta as prioridades dos diversos sectores e contribua para uma gestão financeira pública mais eficaz e orientada para resultados.
Durante o encontro, os participantes apresentaram contribuições e recomendações voltadas ao fortalecimento dos sistemas de planificação, execução orçamental, controlo interno e prestação de contas, aspectos considerados essenciais para a consolidação da boa governação e da sustentabilidade das finanças públicas.
A iniciativa insere-se no conjunto de acções que o Ministério das Finanças tem vindo a desenvolver para garantir um processo participativo e inclusivo na elaboração da Estratégia de Gestão das Finanças Públicas, instrumento que deverá orientar as reformas do sector nos próximos anos.
Fonte: MEF






