Resumo
A 8.ª edição do "Jazz no Franco" regressa ao Centro Cultural Franco-Moçambicano, em Maputo, no próximo sábado, 18 de abril, com uma programação diversificada que inclui o ECA Yanga Collective, formado por estudantes da Escola de Comunicação e Artes, seguido pelo projeto Vhana Vha N'weti - Filhos da Lua, que une músicos de Moçambique, Finlândia e Noruega, numa fusão entre tradições e improvisação contemporânea. O encerramento da noite estará a cargo dos sul-africanos Kujenga, da Cidade do Cabo, com uma proposta intensa e espiritual que mistura jazz contemporâneo, improvisação livre e criação em grupo, num evento que promete cruzar gerações, geografias e linguagens musicais.
A 8.ª edição do “Jazz no Franco” regressa no próximo sábado, 18 de Abril, ao Centro Cultural Franco-Moçambicano, em Maputo, com uma programação que cruza gerações, geografias e linguagens musicais.
A abrir a noite, às 19h, no jardim, o ECA Yanga Collective sobe ao palco com a energia de quem ainda está a dar os primeiros passos. Formado por estudantes da Escola de Comunicação e Artes, o grupo representa uma nova geração de músicos moçambicanos.
No mesmo recinto, às 20h, já na sala grande, o projecto Vhana Vha N’weti - Filhos da Lua, que une músicos de Moçambique, Finlândia e Noruega. Num diálogo entre tradições e improvisação contemporânea, a Lua serve de metáfora para um encontro íntimo entre culturas distintas, onde cada som procura um lugar comum.
O encerramento da noite, às 21h, fica a cargo dos sul-africanos Kujenga. Vindos da Cidade do Cabo, o colectivo traz consigo uma proposta intensa e espiritual, onde o jazz contemporâneo se mistura com a improvisação livre e a força da criação em grupo.






