Quando digo pessoa normal, estou a falar de alguém que compre um smartphone para que este dure algum tempo. Ou seja, não estou a falar daquelas pessoas que têm quase sempre mãos de manteiga, e que racham uma película logo na primeira semana.
Dito isto, sem quedas ou mau uso, a realidade é que um smartphone já dura bastantes anos nas mãos de um qualquer consumidor.
Nos dias que correm, trocar todos os anos, de dois em dois anos, ou até de três em três anos, é algo que não faz qualquer sentido. Especialmente se estivermos a falar de modelos premium a custar um rim ou meio fígado.
Isto é especialmente verdade no lado do iPhone. Aliás, ainda é perfeitamente normal ver pessoas com o iPhone 12 ou 13 nas mãos, nos dias que correm.

Atualmente, apesar das más línguas, os smartphones da Apple são tão rápidos que a esmagadora maioria das pessoas nem nota qualquer perda de desempenho com o passar dos anos. O processador é incrível e, depois, temos o facto de a Apple dominar tudo aquilo que entra nos seus smartphones. A otimização do iOS é incrível, e só vai subir de nível com o iOS 20 que está prestes a chegar a todos (até ao iPhone 11).
Nas redes sociais é fácil perceber que os consumidores ficam com o mesmo smartphone durante 3, 4 ou até mais do que 5 anos. Aliás, na grande maioria das vezes, a troca não acontece por falta de performance. Acontece porque alguma coisa avaria ou as atualizações de segurança deixaram de existir.
Porém, esta menor frequência de compra não beliscou as finanças da gigante de Cupertino. No primeiro trimestre de 2026, a Apple bateu mais um recorde ao registar receitas de 111,2 mil milhões de dólares.
A explicação é simples! A qualidade de construção subiu patamares impressionantes. Se até ao iPhone 6s não existia qualquer certificação contra água e poeira, os modelos desde o iPhone 12 aguentam mergulhos de até 6 metros durante 30 minutos. Juntando a proteção do Ceramic Shield no vidro e as estruturas muito mais robustas, os iPhones de hoje são tanques autênticos feitos para durar uma eternidade. E a tua carteira agradece.
Fonte: Zero Zero






