Resumo
A Ministra da Educação, Samaria Tovela, pediu paciência aos professores que exigem o pagamento de horas extraordinárias em atraso, admitindo a legitimidade das reivindicações, mas salientando a falta de capacidade financeira do Estado para saldar toda a dívida de uma vez. Tovela criticou a paralisação das aulas como forma de protesto, alertando para possíveis consequências legais para os docentes que aderirem. O Governo já regularizou o pagamento das horas extraordinárias de 2022 e parte de 2023, mas ainda falta liquidar o restante de 2023 e todo o valor de 2024.
Fonte: O País






