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Gonçalo Ramos vai jogar mais no Mundial após o golo? A resposta de Martínez

Resumo

O selecionador de Portugal, Roberto Martínez, destacou a importância de Gonçalo Ramos no jogo contra a Croácia, referindo que a equipa precisa de diferentes perfis de jogadores para se adaptar a cada situação. Martínez elogiou a atitude da equipa, salientando a importância de ter coração e personalidade para vencer. O treinador mostrou-se orgulhoso da reação da equipa e da sua capacidade de arriscar, sublinhando a importância de um grupo focado e comprometido. Martínez explicou a opção por fazer quatro substituições de uma só vez, indicando a necessidade de utilizar jogadores com padrões ofensivos diferentes para recuperar o controlo do jogo.

Declarações do selecionador de Portugal, Roberto Martínez, na «flash-interview», à SIC, após a vitória por 2-1 ante a Croácia, nos 16 avos de final do Mundial 2026:

Sobre se o golo de Gonçalo Ramos lhe dará mais oportunidades no Mundial:

«Não é isso… o Gonçalo Ramos é muito importante para nós, há jogos em que é preciso. Há jogos em que há trincos que ajudam os centrais a defender, então ter mais um avançado ajuda ao jogo. Todos os jogos são diferentes, o importante é quando os jogadores estão em campo e focados para ajudar a equipa.»

Foi preciso coração e sofrer no fim:

«O futebol é isto, é ter personalidade. Começámos bem, na estrutura sem bola, muita intensidade e, com bola, tivemos qualidade. Impedimos a Croácia de criar perigo e, na segunda parte, há vários momentos. [No 1-0 da Croácia] acho que o lançamento é nosso, mas a Croácia tem qualidade. E, depois, há a reação. Não é um aspeto técnico ou tático, é de cabeça, coração, de querer arriscar e foi isso que ganhou o jogo. Um grupo focado e comprometido no balneário e, como selecionador, sinto um orgulho enorme.»

Quatro substituições de uma só vez:

«Era um momento em que já estávamos a perder o controlo do jogo, temos jogadores como o Chico [Conceição] e o [Gonçalo] Ramos, que são de um padrão ofensivo diferente e era aquilo que precisávamos de utilizar. Somos uma equipa que, eu diria, desde o Euro 2024, abrimos muito as posições. Acho que durante o Euro 2024, éramos uma equipa em que o banco não conseguia acrescentar e acho que ganhar a Liga das Nações mostrou que o caminho é de diferentes perfis, jogadores já preparados e poder utilizar durante o jogo e contra diferentes adversários.»

 

Fonte: TVI

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