Se achavas que o preço dos smartphones topo de gama já tinha atingido o limite do ridículo, a Apple prepara-se para provar que há sempre espaço para mais uma facada. Ou seja, vários analistas da indústria, incluindo Jeff Pu da GF Securities, apontam para uma subida brutal entre 250 a 300 dólares nos novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, que devem ser apresentados já no próximo mês de setembro.
Estes valores vão com toda a certeza traduzir-se para 300€ no mercado Europeu, especialmente em Portugal onde normalmente se paga sempre um bocadinho mais.

Portanto, ao contrário de outros tempos em que o aumento de preço era justificado com “ecrãs melhores” ou “materiais premium”, desta vez a Apple está encostada à parede pela própria cadeia de fornecedores. A construção massiva de infraestruturas de IA em todo o mundo criou uma escassez global de componentes críticos. Fazendo disparar o custo das memórias RAM (DRAM) e do armazenamento NAND.
A somar a isto, o salto para o novo processo de produção de 2 nanómetros para os processadores A20 Pro é substancialmente mais caro para a gigante de Cupertino.
A Apple tentou absorver os custos o mais que pôde nos últimos anos, mas o balão acabou por rebentar. Como o mercado não perdoa, o analista da GF Securities alterou imediatamente a recomendação das ações da marca de “comprar” para “manter”. Antecipando uma quebra séria na procura por parte dos consumidores comuns.
Ou seja, nem o iPhone vai vender. Parece estranho… Mas é a realidade que se prevê. Especialmente porque o iPhone 17 já vendeu muito bem, e as mudanças não vão ser signifcativas o suficiente.
Fonte: Zero Zero



