Chissano disse ser necessário estudar o percurso da finada e aplicá-lo na vida, “porque Luísa Diogo foi e é uma personalidade importante em Moçambique e para vários países”, referiu, acrescentando que é um exemplo que a gente tem que estudar. Não há nada que se possa dizer em um minuto e que possa caracterizar realmente esta grande figura. Portanto, foi uma grande perda para Moçambique e o mundo”, lamentou.
Por sua vez, Armando Guebuza, disse que no Governo, Luísa Diogo deixou legado a vários níveis.
“Ouvir os meus filhos falarem da dedicação de uma mãe governante, ao nível do Estado, ao nível parlamentar e também como economista. Portanto, eu diria que é preciso estudarmos a sério e seguir seus conselhos e recomendações na área política, económica, social”. Disse que a finada comunicava-se muito para evitar a ruptura do diálogo nas organizações. Sabia identificar o problema e se sentava para resolver.
“Em todas audiências que realizou comigo como Presidente da República vinha antecipar sempre as situações para que não chegássemos à fase de ruptura”.
Por fim, Filipe Nyusi disse não ter trabalhado com Luísa Diogo “como colaborador directo”, mas foi o contrário.
“Ela era Primeira-Ministra e eu era ministro da Defesa e dela aprendi a disciplina e o sentido de missão e responsabilidade”, frisou.
Fonte: Jornal Noticias






