“Sim Manuel Chang já está em Moçambique depois de cumprir a pena nos Estados Unidos, regressou ao seu país de origem” disse o ministro.
Confrontado pelo nosso jornal sobre os próximos passos do processo envolvendo Manuel Chang em território nacional, o governante escusou-se de prestar mais esclarecimentos, alegando que o assunto é da competência dos órgãos de administração da justiça.
Mateus Saize justificou a sua posição com o princípio da separação de poderes, sublinhando que o Executivo não deve interferir em matérias sob apreciação das autoridades judiciais.
A mesma postura foi adotada quando questionado sobre o andamento das investigações ao homicídio do antigo bispo da Diocese de Quelimane, Dom Osório Citora Afonso. O ministro voltou a remeter quaisquer esclarecimentos para as entidades competentes, reafirmando que o Governo respeita a independência da Justiça.
Dom Osório Citora Afonso foi encontrado morto a tiro na residência episcopal, em Quelimane, no dia 6 de junho. O caso continua sob investigação pelas autoridades.
Mateus Saize falava durante a cerimónia de lançamento da primeira pedra para a construção de um edifício de raiz destinado aos Serviços Provinciais dos Registos e Notariado de Quelimane. A nova infraestrutura está orçada em pouco mais de 176 milhões de meticais e terá um prazo de execução de 36 meses.
Segundo o ministro, o investimento visa melhorar as condições de atendimento ao público, reforçar a capacidade institucional dos serviços de registos e notariado e garantir maior eficiência na prestação de serviços aos cidadãos.
Fonte: O País






