Resumo
O presidente do FC Porto, André Villas-Boas, não garantiu a permanência de Diogo Costa no clube devido ao interesse noutros clubes no guarda-redes. Villas-Boas também admitiu a possibilidade de Rodrigo Mora sair para ajudar nas finanças do clube. Em relação a Robert Lewandowski, o presidente referiu que é um sonho dos adeptos e não uma possibilidade real. Villas-Boas salientou a importância de manter a base da equipa, fazendo transferências para garantir a sustentabilidade financeira do clube. O FC Porto investiu num jovem jogador do Fredrikstad por cerca de 1,8 milhões de euros, visando o seu desenvolvimento na equipa.
«O Diogo é o futuro deste clube. Quero muito vê-lo entrar em campo com a camisola 2 para o ano. É um dos melhores ativos do FC Porto e tem as suas próprias ambições. Tem uma carreira única e sem paralelo no FC Porto, por isso quer continuar a vencer aqui, e nós ficamos encantados da vida em tê-lo aqui de braçadeira no braço e com o número 2 nas costas a defender a baliza do FC Porto.»
«Não sei se vai cá estar na próxima época, porque é uma decisão tripartida, entre a proposta, a cláusula de rescisão e a possibilidade de o atleta chegar a acordo com outro clube. Não posso dizer que o Diogo Costa não é um dos ativos mais assediados que nós temos. Contudo, as minhas intenções enquanto presidente e associado do FC Porto são que toda esta magia mítica e muito Porto se mantenham.»
«O nosso objetivo é manter a base, não desligando da sustentabilidade económico-financeira e das responsabilidades do FC Porto para 2026/27. É evidente que existe uma necessidade de fazermos transferências para termos dinheiro e operarmos as nossas responsabilidades. Posto isto, o objetivo é manter a base e mexer o mínimo possível na base em que estão os melhores jogadores do FC Porto. Portanto, dentro do possível, vamos defender os melhores ativos, sendo que temos de continuar a pagar salários aos jogadores e aos funcionários, temos de cumprir as nossas responsabilidades e temos de cobrir um mercado de transferências de 100 milhões de euros do ano passado.»
«É aí que aparece o Lewandowski, fabricado pelos sonhos dos adeptos, a partir do pressuposto que, por termos três polacos, seria suficiente para convencer um dos melhores jogadores do mundo e um dos jogadores mais caros a níveis salariais do mundo que, tanto quanto sei, está a assinar pelo Chicago Fire. Sempre esteve fora de equação, mas é sempre bom sonhar com essas grandes chegadas. O que não pode acontecer são delírios que impeçam a sustentabilidade financeira do FC Porto.»
«Aí houve um acordo total entre clubes. O FC Porto pagou caro por um miúdo de 16 anos, por um potencial jogador de futuro, que vem para uma escola melhor, onde a competição é maior, para se desenvolver. Nada foi feito à revelia do Fredrikstad, houve acordo por um jogador altamente talentoso que vem para o FC Porto à procura de se afirmar. O FC Porto não deixa de pagar cerca de 1,8 milhões de euros por um diamante por lapidar.”
Fonte: CNN Portugal






