Resumo
Osvaldo Camacho, candidato da lista "B" à bastonário da Ordem dos Engenheiros de Moçambique, propõe revitalizar a instituição para defender os interesses dos engenheiros e restaurar a autoridade técnica, emitindo pareceres sobre projetos públicos. Camacho destaca a crise atual na Ordem, afirmando que muitos engenheiros não se sentem representados, protegidos ou respeitados. Compromete-se a estabelecer regulamentos claros, processos eleitorais transparentes e um gabinete de defesa do engenheiro, além de combater o exercício ilegal da profissão. Pretende também criar um programa de integração para jovens engenheiros, formação contínua e acessível. As eleições na Ordem dos Engenheiros, com cerca de 10 mil membros, decorrem este mês, num contexto em que apenas 30% estão em situação regular.
No seu manifesto apresentado, há dias, aos membros do organismo, o engenheiro e aspirante a bastonário disse que a ordem atravessa um momento crítico.
Anotou que a organização afastou-se dos seus membros, perdeu autoridade técnica, para além de que muitos engenheiros hoje não se sentem incluídos, protegidos e respeitados, razão pela qual a sua candidatura nasce da recusa em aceitar a normalização destes actos.
O candidato da lista “B” propõe-se a repor regulamentos claros, sem interpretações convenientes bem como assegurar processos eleitorais limpos auditáveis e incontestáveis.
Promete igualmente criar um gabinete permanente de defesa do engenheiro, assegurar a intervenção pública da ordem sempre que um membro for injustificado, para além de combater o exercício ilegal da profissão.
Consta ainda do manifesto de Osvaldo Camacho a devolução da autoridade técnica a ordem por forma a acabar com situações de obras públicas mal feitas sem voz técnica independente.
“A ideia é de a agremiação voltar a emitir pareceres técnicos públicos e assegurar a intervenção desta em grandes projectos públicos” anotou.
Mais a fundo, assegurou que caso seja eleito irá criar um programa nacional de integração de jovens engenheiros, formação contínua, pratica e acessível.
As eleições na ordem dos engenheiros decorrem este mês e ocorrem numa altura em que o organismo conta com perto de 10 mil membros dos quais apenas 30 por cento estão em situação regular.
Fonte: Jornal Noticias




