Resumo
O Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM) inaugura a exposição "Espir(itu)al: Ciclos de Transformação Infinita", da artista Dilayla Romeo, com curadoria de Sara Carneiro, a 2 de junho. A mostra, patente até 1 de agosto, resulta da investigação da artista sobre a sua ancestralidade, com obras de fotografia, vídeo, som e instalação que exploram a relação entre ser humano e natureza, destacando o papel das plantas na narrativa artística. Dilayla Romeo, artista de foto-media, investiga plantas africanas e saberes tradicionais moçambicanos, apresentando o seu trabalho em exposições em Moçambique e no estrangeiro. Com formação em Fotografia de Belas-Artes em Barcelona, a artista explora as relações entre natureza, identidade e memória através de diferentes linguagens visuais e métodos de investigação artística.
O Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM) inaugura na próxima terça-feira, 2 de junho, às 18h00, na sua Sala de Exposições, a mostra Espir(itu)al: Ciclos de Transformação Infinita, da artista moçambicana-espanhola Dilayla Romeo, com curadoria de Sara Carneiro. A exposição estará patente ao público até 1 de agosto.
A mostra resulta de um processo de investigação e reconexão da artista com a sua ancestralidade, desenvolvido através de práticas de escuta, observação e transformação. O projecto reúne obras de fotografia, vídeo, som e instalação, numa abordagem interdisciplinar que convida o público a uma experiência sensorial e contemplativa.
No centro da exposição está a relação entre o ser humano e a natureza. As plantas assumem um papel central na construção da narrativa artística, surgindo como elementos associados à memória, ao tempo e aos processos de transformação. A partir dessa perspectiva, a exposição propõe uma reflexão sobre as ligações entre o mundo natural, o conhecimento e a experiência humana.
Segundo a organização, Espir(itu)al foi concebida como um espaço de imersão e observação, incentivando uma aproximação mais atenta aos ritmos da natureza e às formas de relação com o ambiente.
Dilayla Romeo é artista de foto-media, investigadora e narradora visual. A sua prática artística desenvolve-se no cruzamento entre fotografia experimental, investigação intercultural e diálogo entre arte e ciência, explorando processos orgânicos e formas alternativas de produção de imagem.
A investigação mais recente da artista centra-se em plantas africanas associadas a práticas curativas e saberes tradicionais moçambicanos. O seu trabalho tem sido apresentado em exposições individuais e colectivas, em Moçambique e no estrangeiro.
Licenciada em Fotografia de Belas-Artes pela Escola de Arte e Design Serra i Abella, em Barcelona, Espanha, Dilayla Romeo tem vindo a afirmar-se através de projectos que exploram as relações entre natureza, identidade e memória, recorrendo a diferentes linguagens visuais e métodos de investigação artística.
Esta versão elimina grande parte do discurso promocional e curatorial, reforça a objectividade, melhora a hierarquia da informação e aproxima-se mais do estilo de uma notícia cultural publicada num jornal.





