Resumo
Os Estados Unidos arrasaram o Paraguai na madrugada portuguesa com uma exibição impressionante no Mundial 2026, vencendo por 3-1. Destaque para o carrossel ofensivo liderado por Pulisic, Balogun, McKennie, Tillman e Dest, que deixou o adversário atordoado. Balogun marcou dois golos, com Pulisic a destacar-se nas assistências. Mesmo desacelerando na segunda parte, os EUA mantiveram o domínio, com destaque para um golaço de Reyna. A goleada serve de alerta a todas as equipas, mostrando que os EUA estão determinados a competir ao mais alto nível. O presidente Trump, ausente para celebrar o seu aniversário com um evento de UFC, perdeu um espetáculo desportivo de alto nível.
Que exibição, que arraso do principal organizador do Mundial 2026, que atropelou autenticamente um frágil Paraguai logo na primeira parte, tanto que a boa notícia para os sul-americanos a boa notícia era que o intervalo tinha chegado com o marcador em apenas 3-0.
É verdade que a Coreia do Sul fez uma grande exibição com a Chéquia, mostrando capacidade, ideia e organização coletivas, mas os Estados Unidos elevaram claramente o nível, apresentando um autêntico carrossel que colocou os jogadores adversários a dançar e, por vezes, até a cair.
O quinteto composto por Christian Pulisic, Malik Tillman, Weston McKennie, Folarin Balogun e Sergiño Dest foi um autêntico diabo à solta para o adversário. Eles todos mesmo, a rodarem uns sobre os outros, a aparecerem de todo o lado por aqui e por ali.
Folarin Balogun, avançado do Mónaco, talvez mereça destaque especial por ter feito dois golos, mas é o coletivo, senhores, que tem de se destacar nesta madrugada de cá - fim de tarde lá - num fantástico SoFi Stadium, em Los Angeles.
A dança dos golos começou logo aos sete minutos, com uma jogada de altíssimo nível de Christian Pulisic a acabar com um autogolo de Damián Bobadilla. Pena que não tenha sido antes uma finalização, mas o lance fica na retina.
Depois o carrossel funcionou outra vez pela esquerda e o mesmo Christian Pulisic assistiu Folarin Balogun para finalização certeira. Aí já havia um golo anulado e um par de ocasiões desperdiçadas. Aí já os Estados Unidos podiam estar a ganhar três ou quatro.
Quase como se fosse natural, os Estados Unidos não só não acalmaram, como cresceram ainda mais para cima do adversário, nessa altura já completamente atarantado, tanto que ainda sofreram o terceiro à beira do intervalo.
A segunda parte trouxe uma natural desaceleração dos Estados Unidos, tanto que um dos lances de maior registo foi uma aparente confusão que apanhou todos desprevenidos por causa das novas regras.
O Paraguai ainda conseguiu marcar um golo de honra por Maurício, mas não chegou para colocar alguma coisa em dúvida, até porque se percebeu que os Estados Unidos podiam facilmente voltar a carregar para marcar mais se quisessem mesmo muito.
Nota final para o golaço de Gio Reyna mesmo a fechar a partida. Grande trivela do médio do Borussia Mönchengladbach a selar a primeira goleada deste Mundial.
Se o Paraguai não é propriamente a equipa mais forte deste Mundial, e não é mesmo, o que os Estados Unidos fizeram na estreia tem de servir de alerta a toda a gente, até às equipas mais fortes. Soccer, football, futebol… esta equipa veio para jogar, veio para partir tudo. Os norte-americanos que não ligam muito a futebol podem ter aqui um ponto de viragem.
Arrependido poderá estar Donald Trump, que preferiu ficar na costa este a antecipar o seu 80.º aniversário, que acontece já este domingo, dia 14 de junho, e tem como grande atração um combate de UFC em plena Casa Branca. Desporto por desporto, o presidente dos Estados Unidos já entrou no fim de semana a perder um autêntico espetáculo.
Fonte: CNN Portugal
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