InícioRevistaTecnologiaiPhone faz 20 anos em 2027. Tem de ser especial?

iPhone faz 20 anos em 2027. Tem de ser especial?

Enquanto os holofotes estão apontados ao iPhone 18 Pro e Pro Max, a Apple está a preparar-se para celebrar os 20 anos do iPhone no outono de 2027.

Dito isto, e como é assim que as coisas funcionam, os rumores que chegam da cadeia de produção indicam que a marca de Cupertino quer repetir o impacto histórico do iPhone X.

Assim, depois de anos a vender praticamente o mesmo “tijolo” com cantos ligeiramente ajustados e a mudar a posição das câmaras para fingir novidade, a promessa para o modelo comemorativo (que a internet já batizou de iPhone 20 ou iPhone X^2) é um redesenho radical.

Com lançamento previsto para a janela habitual de setembro, o dispositivo promete definir a linha estética da marca para a próxima década. Mas como sempre acontece com a Apple, entre as promessas revolucionárias e o que realmente chega às mãos do consumidor, há um abismo de engenharia e marketing.

Portanto, antes de mais nada, a grande estrela do novo design deverá ser um corpo totalmente em vidro curvo com margens reduzidas ao mínimo absoluto de 1,1 mm. Nada de “ecrãs cascata” agressivos ao estilo da Samsung que só servem para toques acidentais. Em vez disso, a Apple quer micro-curvaturas subtis nos quatro cantos para dar a ilusão de uma peça única sem molduras.

Para alimentar este painel, fala-se numa nova tecnologia OLED da Samsung sem camada polarizadora, o que permite mais brilho a gastar menos bateria.

Outro rumor que ressuscita das cinzas é o “Projecto Bongo“: isto significa a eliminação completa dos botões mecânicos. O botão de ligar, os controlos de volume e o botão de ação passam a ser superfícies háticas fixas integradas no chassis, capazes de responder mesmo com luvas, mãos molhadas ou com o telemóvel desligado graças a um co-processador de ultra-baixo consumo.

Debaixo do chassis, o cenário é igualmente ambicioso.

iPhone, interior, apple

Ou seja, a Apple quer finalmente abandonar os sensores fotográficos da Sony para estrear sensores de imagem próprios empilhados, prometendo uma gama dinâmica brutal. A juntar a isto estará o processador A21 construído no processo de 2 nanómetros e a integração de memória HBM (High Bandwidth Memory). Tudo para dar músculo às capacidades de inteligência artificial sem estrangular o sistema.

Mas… Nem tudo são rosas. A tão aguardada passagem do Face ID para debaixo do ecrã, de forma a eliminar de vez a ilha dinâmica, continua a ser uma dor de cabeça técnica e os analistas já duvidam que esteja pronta a 100% em 2027.

Em suma, no papel, a lista de compras para o iPhone dos 20 anos tem tudo para impressionar. A dúvida que fica é saber quantos milhares de euros a Apple vai pedir por esta “revolução”. E claro, se o consumidor vai engolir mais uma subida brutal de preço em nome do design. Especialmente agora que tudo indica que vamos ver um aumento de 200€ ou 300€ nos novos iPhone 18.

 

Fonte: Zero Zero

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