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Caderneta do Mundial, dia 9: há mais estátuas para além de Cristiano Ronaldo e o Brasil precisa de uma bem especial

Resumo

Portugal empatou na estreia no Mundial e a imprensa internacional não ficou convencida com a exibição da Seleção, especialmente com Cristiano Ronaldo apelidado de "estátua" pelo The Independent. O ambiente em torno da equipa está tenso, com críticas nas redes sociais e divisões sobre o papel do capitão. Enquanto isso, o Brasil enfrenta críticas após um jogo pouco convincente contra Marrocos, mas a expectativa é de vitória contra o Haiti na próxima jornada. O México venceu a Coreia do Sul com um golo decisivo de Luis Romo, garantindo a primeira vaga nos 16 avos de final. Chéquia e África do Sul empataram na busca pelos primeiros pontos. A CNN Portugal vai acompanhar os jogos e publicar uma Supercrónica com notas aos jogadores do Brasil.

Portugal empatou na estreia e o clima ainda não arrefeceu, mesmo tendo em conta o calor que se faz sentir nos Estados Unidos. Mas o Mundial anda rápido e chegou a vez de novo jogo em português, mas com sotaque do Brasil.

Mal acabou o jogo entre Portugal e a República Democrática do Congo a CNN Portugal foi tentar perceber qual era a reação da imprensa internacional à exibição da Seleção. Ainda havia poucas publicações, mas já se percebia que ninguém tinha ficado convencido.

A essa hora ainda não tinha saído o texto do The Independent, talvez o mais duro para Portugal, mas, sobretudo para Cristiano Ronaldo. O jornal britânico não teve problemas em apelidar o capitão da Seleção de "estátua", lamentando que outros 10 homens se tivesse de sujeitar àquilo.

O caos instalado acabou por subir de tom, e nas redes sociais de vários jogadores da Seleção multiplicam-se as críticas de adeptos, nomeadamente por alegadas faltas de respeito de Cristiano Ronaldo.

Na antena da CNN Portugal foram várias as pessoas que tentaram escalpelizar a situação, com a divisão a ser feita entre a dimensão da marca Cristiano Ronaldo e o peso talvez desnecessário que o capitão ainda tem na equipa. O especialista em Marketing Carlos Coelho explica a primeira parte, Miguel Sousa Tavares tenta olhar para a segunda.

O ambiente que se vive em torno da Seleção não é o melhor, nomeadamente com as histórias que surgem de adeptos que estão a visar vários jogadores da equipa nas redes sociais. Resta esperar que a coisa acalme, de preferência para culminar numa vitória contra o Uzbequistão.

O Brasil teve um dos jogos mais ingratos da primeira jornada. Não jogou muito futebol, é verdade, mas a seleção de Marrocos merece bem mais crédito do que aquele que se lhe dá.

Em todo o caso, a segunda jornada contra o Haiti torna-se automaticamente uma obrigação de vitória. O Brasil é muito mais forte e o adversário é uma das equipas mais fracas deste Mundial, pese embora a réplica interessante dada contra a Escócia.

Resta saber se Carlo Ancelotti vai continuar agarrado ao conservadorismo, ou se vê na juventude e irreverência de jogadores como Endrick, Rayan ou Danilo - o médio do Botafogo, não o lateral ex-FC Porto - sangue novo que possa ajudar a dar a volta a uma exibição inicial mais cinzenta.

O Brasil precisa de toda a ajuda, até do Cristo Redentor.

A CNN Portugal vai acompanhar o jogo e vai depois escrever uma Supercrónica e dar notas aos jogadores do Brasil.

Foi um jogo chatinho durante 50 minutos e um frango mudou tudo. O México até saiu assobiado para o intervalo a jogar em casa, em Guadalajara, mas o guarda-redes da Coreia do Sul decidiu dar uma à casa, permitindo que um golo de Luis Romo resolvesse tudo.

A história de Luis Romo é, de resto, engraçada, como pode perceber na crónica do jogo que culminou com o primeiro apurado para os 16 avos de final, e logo em primeiro lugar.

À procura dos primeiros pontos, Chéquia e África do Sul não conseguiram ir além do empate, ainda que a seleção europeia tenha estado por cima do jogo e até tenha carregado num final eletrizante que procurou reagir ao golo tardio dos Bafana Bafana, mas que não resultou em nova vantagem.

As duas equipas ficam agora obrigadas a ganhar a México e Coreia do Sul, nesta altura visivelmente superiores, já que dois pontos provavelmente não chegarão para ser um dos melhores terceiros. Vida difícil para as duas seleções.

Depois de uma partida algo dividida com ascendente da Suíça sobre a Bósnia, os últimos 15 minutos acordaram toda a gente. Foram cinco golos em pouco mais de 15 minutos, quatro deles para os helvéticos, que acabaram a golear, alcançando os quatro pontos e, muito provavelmente, a garantia de apuramento.

Destaque claro para Johan Manzambi, a grande figura desta seleção e o melhor em campo depois de marcar dois belos golos.

Canadá e Catar entravam para este Campeonato do Mundo à procura da primeira vitória neste tipo de torneio, mas só uma das equipas pareceu entrar com o ritmo e o acerto certo para o fazer. Numa partida em que beneficiou de duas expulsões do adversário, uma das três equipas que organiza este Mundial atropelou completamente a seleção treinada por Julien Lopetegui.

<

p id="firstHeading">Johan Manzambi aparece neste Mundial como a grande figura de uma Suíça em transição. Num meio-campo que ainda tem Granit Xhaka, é este jovem de 20 anos que vai assumindo quase todas as despesas aliando a dimensão física à capacidade técnica. Esta boa finalização termina uma jogada coletiva interessante, numa partida em que o jogador do Friburgo foi claramente o melhor em campo.

Fica a grande dúvida: vai Rayan ter oportunidade? Vai Endrick ter oportunidade? Provavelmente não, pelo menos como titulares, mesmo que nas redes sociais e até na imprensa se multipliquem os pedidos de sangue novo no ataque do Brasil.

E se Endrick já é sobejamente conhecido, nem que seja por pertencer ao Real Madrid, Rayan ainda não tem tanta projeção.

O ala que fez uma bela metade de época no Bournemouth e tem apenas 19 anos apresenta um talento raro no desequilíbrio que já vem dos tempos do Vasco da Gama, onde jogou até ao fim de 2025.

A segunda camisola de Marrocos apresenta o mesmo bordado tradicional do equipamento principal, mas numa elegante combinação de branco e dourado. Esta réplica da camisola une o visual usado em jogo com uma silhueta, detalhes e materiais casuais, ideal tanto para o dia da partida como para o dia a dia.

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Slayyyter diz-nos neste álbum que é "a pior rapariga da América", naquele que é o seu trabalho mais conseguido, e que se tornou quase automaticamente num dos discos do ano. Na primeira música o convite é óbvio: dancem.

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Fonte: CNN Portugal

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