Resumo
Uma imagem de uma tomografia computadorizada do interior do futuro iPhone 18 Pro foi divulgada, revelando que a polémica Dynamic Island será reduzida. A Apple reposicionou os sensores frontais, movendo o iluminador de infravermelhos para debaixo do vidro do ecrã, permitindo que o recorte central aloje apenas a câmara frontal e o scanner principal. Além disso, o iPhone 18 Pro terá uma câmara de vapor massiva para lidar com o aquecimento, um sistema triplo de 48 megapíxeis na traseira e novos painéis OLED de 10 bits com menor consumo de energia. O preço inicial nos EUA deverá ser de 1399 dólares, ultrapassando os 1500 ou 1600 euros em Portugal, devido à carga fiscal. A Apple também melhorou a resistência do alumínio e introduziu um novo modem C2 para suporte a redes 5G mmWave e comunicação por satélite.
E foi precisamente isso que aconteceu! Caiu na internet uma imagem de uma tomografia computadorizada (um autêntico raio-X industrial) ao interior do futuro iPhone 18 Pro, desvendando segredos que a Apple queria guardar a sete chaves.
A grande novidade que este exame minucioso confirma é que a polémica Dynamic Island vai finalmente encolher. Para conseguir isto, a Apple teve de fazer alguma contorcionismo técnico com os sensores frontais, movendo o iluminador de infravermelhos (o IR flooder do Face ID) para o lado da placa, colocando-o possivelmente debaixo do próprio vidro do ecrã.
Assim, com esta arrumação, o recorte central passa a alojar apenas a câmara frontal e o scanner principal, permitindo reduzir o tamanho daquele “comprimido” preto no topo do ecrã que tanto divide opiniões.
De facto, as novidades do raio-X não se ficam pelo ecrã. O teste revela que o iPhone 18 Pro vai vir equipado com uma câmara de vapor massiva (vapor chamber) que se estende quase até ao topo do chassis.
Ou seja, como te contei recentemente a propósito do chip A20 Pro, a Apple está sob enorme pressão para resolver os problemas de aquecimento dos seus topos de gama e garantir que o processador aguenta o músculo exigido pelas novas ferramentas de Inteligência Artificial sem derreter. Esta placa de refrigeração gigante é a resposta direta a essa necessidade.
No lado da fotografia, o espaço dos sensores na traseira também vai crescer. O iPhone 18 Pro e o Pro Max vão contar com um sistema triplo de 48 megapíxeis, onde se destaca uma câmara principal com abertura variável, um sensor ultra-amplo com estabilização ótica melhorada e a conhecida lente periscópica para o zoom. Tudo isto obriga a que o “degrau” das câmaras na traseira seja ainda mais pronunciado e pesado do que no passado.
Para o ecrã, a Apple foi bater à porta da Samsung para garantir os novos painéis M16 LTPO+ OLED de 10 bits. Traduzido para miúdos: o ecrã consome muito menos energia, ao mesmo tempo que mantém a taxa de atualização dinâmica que vai dos 120Hz quando estás a jogar até uns económicos 1Hz quando olhas para uma foto estática.
A nível estético, as informações apontam para quatro tons no lançamento: Cinzento Escuro, Cereja Escuro, Azul Claro e Prata. E para evitar as dores de cabeça do iPhone 17 Pro, onde muitos utilizadores se queixaram de ver a cor do chassis a desbotar com o uso, a Apple alterou o processo de tratamento do alumínio na fábrica para criar uma estrutura muito mais resistente à corrosão e ao suor das mãos.
Por fim, o pacote técnico fecha-se com o novo modem C2 feito em casa, garantindo suporte total a redes 5G mmWave e novas funções de comunicação por satélite.
Agora, a fatura de toda esta engenharia vai ser apresentada ao cliente de forma dolorosa. Os rumores indicam que o preço de entrada do iPhone 18 Pro deverá saltar para os 1399 dólares nos EUA. (Compara com os 1099 dólares do modelo base anterior). Cá em Portugal, com a nossa carga fiscal, isto significa que a barreira dos 1500 ou 1600 euros vai ser ultrapassada. Na realidade, logo na versão com menos armazenamento, e ainda longe da versão Max. É o preço a pagar por ter um ecrã ligeiramente mais limpo e uma refrigeração que finalmente parece digna desse nome.
O pior nem é isto. Assim que a Apple subir preços, vão todos atrás. Vai ser o caos.
Fonte: Zero Zero



