Resumo
A Liga Moçambicana de Basquetebol marcou a Assembleia-Geral Eleitoral para 4 de junho, num momento crucial de desafios financeiros e organizacionais. Após adiamento em abril, as eleições definirão o sucessor de António Madeira Júnior, com a missão de encontrar novos patrocinadores para garantir futuras edições da Liga, após o término dos contratos com Mozal e Sasol. O processo eleitoral surge após a revisão dos Estatutos em fevereiro, visando a modernização e alinhamento institucional. O novo corpo dirigente enfrentará a tarefa de assegurar a continuidade da competição masculina e feminina, que se manteve ativa sob a liderança anterior.
A Liga Moçambicana de Basquetebol (LMB) já definiu a data para a eleição dos seus novos corpos gerentes. A Assembleia-Geral Eleitoral está marcada para o próximo dia 4 de Junho, num processo que deverá abrir uma nova página na gestão do basquetebol nacional, particularmente numa altura em que a competição enfrenta desafios financeiros e organizacionais relevantes.
A convocatória foi assinada pelo presidente da Mesa da Assembleia-Geral, Ilídio Caifaz, oficializando assim um processo eleitoral que inicialmente estava previsto para Abril último, mas que acabou adiado devido a questões organizacionais. Antes da marcação definitiva das eleições, a Liga reuniu-se, em Fevereiro, com os seus associados para proceder à revisão dos Estatutos, com o objectivo de os adequar à actual Lei do Desporto, num sinal de modernização e alinhamento institucional.
As eleições de Junho irão ditar o sucessor de António Madeira Júnior, cuja liderança foi prolongada por mais uma época desportiva, após a solicitação dos associados, de forma a garantir a conclusão das últimas edições da Liga Masculina e Feminina. Durante o seu mandato, a competição conseguiu manter-se activa.
O novo elenco dirigente terá, entretanto, uma missão complexa desde o início: encontrar novos patrocinadores para assegurar a realização das próximas edições da Liga Moçambicana de Basquetebol, tanto em masculinos, como em femininos.
A preocupação aumenta após o término dos contratos com os anteriores parceiros, nomeadamente a Mozal e a Sasol, empresas que durante vários anos suportaram financeiramente a principal competição nacional da modalidade.
FONTE: JORNAL DESAFIO
Fonte: RM






