Resumo
O selecionador de Portugal, Roberto Martínez, elogiou a equipa após a vitória por 2-1 contra a Croácia no Mundial 2026, destacando a capacidade de ajuste e os valores demonstrados. Martínez realçou a importância das substituições, mencionando a entrada de Gonçalo Ramos e a necessidade tática de reforçar o meio-campo. Sobre o próximo jogo contra a Espanha, Martínez antecipa um confronto equilibrado entre duas equipas que procuram o controlo da bola. Quanto às alterações durante o jogo, justificou a saída de Vitinha e Bruno Fernandes pela necessidade de explorar diferentes dinâmicas de jogo.
Passar por estas provações:
«Estamos no Mundial e os jogos são muito competitivos. Na primeira parte fomos superiores à Croácia, faltou o golo, mas anulámos o que a Croácia faz bem. A segunda parte foi diferente, um jogo mais aberto e sofremos golo. É fácil, nesse momento, dar força à Croácia, mas é aqui onde podemos utilizar os valores da equipa e tivemos coração, mas também capacidade para ajustar o que precisamos e utilizar diferentes perfis. Claro que há aspetos a melhorar, mas é um dia para estarmos orgulhosos dos jogadores.»
Melhoria com as substituições, se Gonçalo Ramos conquistou o lugar na equipa e qual o objetivo da saída de Ronaldo:
«O Gonçalo Ramos é um jogador que acrescenta, assim como o Bernardo, o Semedo, o Francisco Conceição, o Rúben Neves… estamos habituados a ver o banco a acrescentar. É começar bem e tentar terminar ainda melhor. Durante o jogo tentámos arriscar muito com dois avançados para condicionar os centrais da Croácia, porque a Croácia não é uma equipa que tenha trincos que cheguem à linha defensiva. Mas depois precisámos de ter mais um médio e foi o momento de utilizar o Rúben Neves e foi por isso que tirámos um avançado.»
Agora vem aí a Espanha:
«Acho que num Mundial é muito diferente jogar com uma equipa europeia do que outra que não estamos habituados. Acho que vai ser um jogo fantástico, um jogo europeu dentro do Mundial, mas duas equipas que querem a bola, procurar baliza rápido, acho que vai ser um grande jogo. Favorito? Se estivermos a ver os jogos dos 16 avos, a França foi muito superior, mas os outros jogos foram detalhes e acho que vai ser muito assim.»
O que o levou a tirar Vitinha e Bruno Fernandes quando Portugal estava a perder:
«Temos padrões de ataque definidos e era um bom dia para jogo interior, mas não conseguimos e foi o momento para utilizar mais a largura e a profundidade do Leão e estar na área. E foi mais uma situação de poder atrair o trinco, com a capacidade do Bernardo. Não acho que seja algo novo, a primeira parte foi muito boa e não precisámos de fazer qualquer alteração, mas tratou-se de acompanhar o momento do jogo.»
Fonte: TVI




