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Ministro do Interior confirma que morte de  Humberto Sartoni está relacionada à uma “greve de fome”e problemas de saúde

Resumo

Paulo Chachine discursou na celebração dos 51 anos da Polícia da República de Moçambique, destacando o crescimento e a luta contra a criminalidade da instituição. O Ministro do Interior depositou uma coroa de flores na Praça dos heróis moçambicanos, em Maputo, no início das festividades. Chachine afirmou que as mortes de agentes da polícia não estão relacionadas com os raptos no país, destacando a redução destes últimos como resultado de um trabalho conjunto de várias instituições. Sobre a morte de Humberto Sartoni, o ministro atribuiu a situação ao estado de saúde debilitado da vítima devido a uma greve de fome. Chachine também alertou para a responsabilização legal dos propagadores de boatos e incentivou os agentes da polícia a intensificar os esforços no combate ao crime.

Paulo Chachine falava, este domingo, na cerimónia de comemoração dos 51 anos da PRM, na cidade de Maputo.

O dia da Polícia da República de Moçambique (PRM) é comemorado todos os anos em 17 de Maio, em Moçambique, celebrando a fundação e o serviço da Polícia.

Este ano, a PRM celebra 51 anos e a festa começou logo cedo, por volta das 8h00, dirigida pelo Ministro do Interior, que depositou uma coroa de flores na Praça dos herois moçambicanos, na cidade de Maputo.

Em declarações à imprensa, Paulo Chachine disse que a intrituicao “ vem crescendo” a cada dia e que “ vem lutando contra a criminalidade”, desafiando os criminosos e os colocando no seu devido lugar.

Os 51 anos da corporação são celebrados num contexto social marcado por uma onda de assassinatos de agentes da polícia. Sobre o assunto, Chachine diz que é preciso dissociar as mortes aos casos de raptos no país, afirmando que “não há nenhuma relação entre estes dois eventos. O que nós temos, tivemos situações de colegas nossos que infelizmente foram vítimas, alguns de assassinatos e outras situações, mas não tem nada a ver uma coisa com a outra”.

“A redução de raptos é produto de um trabalho intenso, é produto de um trabalho coordenado que é feito não apenas pela Polícia da República de Moçambique, mas por todas as outras instituições, incluindo o SERNIC, inclui as outras instituições e os outros órgãos da Administração da Justiça”, concluiu o ministro. 

Sobre a morte de Humberto Sartoni, gestor do espaço kaya Kwanga detido, acusado de crime organizado, o ministro do Interior diz que teve a ver com o estado de saúde da vítima e a greve de fome que alegadamente vinha realizando. 

“É sabido e foi público que quando o senhor Humberto Sartori foi para a cadeia, não comia, fez uma greve de fome, recusou-se a alimentar-se e ele já vinha debilitado. Olhando para ele, tinha problemas de saúde e se alguém tem problemas de saúde grave como aparentava ter e não se alimenta, é preciso contar com as consequências disso. Portanto, tudo tem a ver com isso”,declarou.

Com relação aos casos de alegado atrofiamento de órgãos genitais masculinos por meio de toque de um desconhecido, Chachine reforçou que os promotores de boato serão legalmente responsabilizados e apelou aos agentes da polícia a redobrar os esforços no combate ao crime. 

 

Fonte: O País

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