Resumo
O ouro está prestes a terminar março com a maior queda mensal em mais de 17 anos, refletindo uma mudança nas expectativas dos mercados financeiros globais. Com uma desvalorização superior a 13% ao longo do mês, o ouro enfrenta pressão devido à revisão das expectativas de cortes de taxas de juro pela Reserva Federal dos Estados Unidos. A valorização do dólar norte-americano e o aumento dos preços da energia têm contribuído para a trajetória descendente do ouro, tornando-o menos atrativo num ambiente de taxas de juro elevadas. Enquanto isso, outros metais preciosos como a prata, platina e paládio apresentaram um comportamento distinto, com ganhos significativos. Este cenário revela uma dinâmica complexa nos mercados de metais preciosos.
Fonte: O Económico






