Resumo
Moçambique regista redução dos índices de mortalidade materna, neonatal e infantil, evidenciando progressos no setor da saúde. A Primeira-Ministra, Maria Benvinda Levi, destacou os investimentos do Governo na expansão dos serviços sanitários e na melhoria da assistência, especialmente para mulheres e crianças. Levi reafirmou o compromisso de fortalecer os cuidados de saúde comunitários, investir na rede sanitária, aumentar profissionais de saúde e melhorar cuidados pré-natais. A modernização dos sistemas de informação e monitoria sanitária é vista como essencial para uma prestação de serviços eficiente. O Governo pretende alargar o acesso aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, expandir a cobertura vacinal e intensificar ações de prevenção de partos prematuros e gravidezes precoces. O Fórum sobre o Subsistema Comunitário de Saúde reuniu diversos intervenientes para avaliar progressos e definir estratégias de fortalecimento dos cuidados de saúde comunitários em Moçambique.
A informação foi avançada hoje, em Maputo, pela Primeira-Ministra, Maria Benvinda Levi, durante abertura do Fórum sobre o Subsistema Comunitário de Saúde, evento onde o Governo reiterou o compromisso do fortalecimento dos cuidados de saúde junto das comunidades.
Levi destacou que os resultados alcançados reflectem os investimentos efectuados pelo Executivo na expansão dos serviços sanitários e na melhoria da assistência prestada às populações, sobretudo às mulheres e crianças.
“A redução da mortalidade materna, neonatal e infantil demonstra que estamos a avançar na promoção da saúde e do bem-estar dos moçambicanos”, afirmou.
Acrescentou que os desafios ainda existentes exigem o reforço contínuo das intervenções comunitárias.
Na ocasião, a Primeira-Ministra reafirmou a determinação do Governo em consolidar os ganhos registados, através do fortalecimento do sistema nacional de saúde e da aproximação dos serviços às populações.
“Nós continuaremos a investir na expansão da rede sanitária, no aumento do número de profissionais de saúde e no reforço dos cuidados pré-natais, para garantir partos seguros e assistidos em todo o país”, declarou.
Levi defendeu igualmente a necessidade de melhorar as condições de trabalho dos agentes comunitários de saúde, expandir as infra-estruturas sanitárias de base comunitária e fortalecer os mecanismos de referência e contrarreferência dos pacientes.
Segundo a governante, a modernização dos sistemas de informação e de monitoria sanitária constitui uma ferramenta indispensável para assegurar maior eficiência na prestação dos serviços de saúde e uma resposta mais rápida às necessidades das comunidades.
A Primeira-Ministra sublinhou ainda que o Executivo continuará a alargar o acesso aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, bem como a expandir a cobertura vacinal através da introdução de novas vacinas no calendário nacional.
“No centro das nossas prioridades está a protecção da mulher, da rapariga e da criança, garantindo melhores condições de saúde, educação, acesso à água potável e saneamento”, afirmou.
Acrescentou que o Governo continuará a intensificar as acções de prevenção e combate aos partos prematuros e às gravidezes precoces, factores que continuam a representar desafios para a saúde pública nacional.
O Fórum sobre o Subsistema Comunitário de Saúde reuniu membros do Governo, parceiros de cooperação, representantes de organizações internacionais, profissionais de saúde e organizações da sociedade civil, num encontro dedicado à avaliação dos progressos alcançados e à definição de estratégias para o fortalecimento dos cuidados de saúde comunitários no país.
(AIM)
L Tembe/pc
Fonte: aimnews


